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Tesouro Direto x Poupança e Previdência

by Alexandre Issa on Março 18, 2016
 
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No consenso geral da maioria dos brasileiros, guardar dinheiro no curto prazo é sinônimo de Poupança e planejamento de aposentadoria remete à Previdência.
 
É preciso ter em mente que há uma grande diferença entre os termos 'poupar' e 'investir'. E o simples fato de conseguir guardar parte da renda ganha no final do mês já é louvável, sobretudo ao considerar a elevada inflação que convivemos.
Mas cuidado, às vezes poupar dinheiro, não necessariamente é um bom investimento.

Um problema que afeta boa parte dessa turma que consegue ter um dinheiro 'extra' é exatamente saber onde investir. Não é demérito de ninguém ter essa dúvida, afinal, educação financeira no Brasil é um assunto nulo nas escolas e até mesmo na maioria dos cursos superiores. 

Para piorar há o consenso de que guardar dinheiro é mais fácil e prático na Poupança. Os números desse produto são terríveis; em 2015 esse rendimento foi de 8,15%; enquanto que a Inflação foi de 10,67%. Ou seja houve perda superior a 2% no poder de compra desse investidor. 
Concluímos portanto que essa escolha tem sido um investimento ruim, em termos de rentabilidade, e talvez isso explique os recordes de saques que temos visto ultimamente.

Há também um mito em relação as Previdências - tão oferecidas pelos gerentes de Bancos quando se pensa em aposentadoria.
Nesse caso, o problema está no custo: taxa de administração, taxa de carregamento e taxa de saída. Isso faz com que a grande maioria delas rendam entre 80% e 90% do CDI; o que no longo prazo faz o cliente perceber que deixou de ganhar bastante dinheiro.

Para não dizer que não falei de flores; existem alguns benefícios desse produto:
No PGBL, o cliente pode deduzir os seus aportes anuais em até 12% da renda tributável, caso optar pela declaração completa do Imposto de Renda. 
Já no VGBL, o IR incidirá apenas sobre os rendimentos do plano e não sobre o total acumulado.

Há empresas que colaboram com R$ 1 a cada R$ 1 aplicado pelo funcionário; nesse caso a alocação é recomendada pois é ganho 100% de largada na aplicação.

Os planos de previdência PGBL e VGBL são considerados produtos securitários, e como qualquer outro seguro, não entram em inventário quando seu titular morre. É uma boa maneira de fazer com que os herdeiros recebam os recursos em prazos bem mais curtos se comparados ao que pode durar um inventário.

Mas uma solução para esses Investimentos tanto de curto quanto longo prazo é o Tesouro Direto.
Para clientes que queiram deixar o dinheiro alocado, mas que possam sacar a qualquer momento; a recomendação é o Tesouro Selic (LFT), título que rende 100% da SELIC (hoje em 14,25% ao ano) e com custo baixo (0,4% ao ano se investido através da Rico). Mesmo com os Impostos debitados, haverá uma rentabilidade quase 50% maior do que na poupança.

Já para um planejamento de aposentadoria, a sugestão são os títulos atrelados à Inflação, por exemplo: Tesouro IPCA + 2035, que até essa data, irá pagar ao Investidor algo em torno de 6%+ IPCA ao ano. Ou seja, o investidor irá ganhar sempre 6 % acima da Inflação; mantendo sempre seu poder de compra ativo. 
Em um ano como o de 2015, por exemplo, teria ganho  6 % + 10,67%. 
Esse titulo tem a opção de ser mais curto também, com vencimentos em 2019, 2024 ou mais longo vencendo em 2050

Portanto, hoje o mercado brasileiro está recheado de alternativas, resta ao Investidor ser bem orientado e conseguir alocar seu dinheiro naquilo que mais se encaixe ao seu horizonte de Investimentos, sobretudo olhando custos e rentabilidades propostos. 
Acredite, a diferença ao longo dos anos é brutal!

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Alexandre Issa
Gerente comercial da Rico



Foto por Gabriel Borda / CC by Flickr

Topics: Economia e Análises

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