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    Não deixe o sonho da aposentadoria se transformar num pesadelo inflacionário

    by Rico Matinal | 9 de Dezembro, 2020

    Confira o Rico Matinal de hoje - 09/12/2020

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    Insight Rico: Não deixe o sonho da aposentadoria se transformar num pesadelo inflacionário

    (por Paula Zogbi) 

    O ano é 2045 e, finalmente, ela chegou: sua aposentadoria. Por mais de duas décadas, você investiu dinheiro para viver de renda ainda relativamente jovem e está com uma carteira de onde consegue sacar, religiosamente, R$ 6 mil por mês. Você fez todas as contas e isso é exatamente o que você precisa para ter uma vida tranquila e ainda fazer uma viagem por semestre, além das festas de fim de ano fora com a família.

    Passam-se os meses. O saco de arroz dobra de preço, sua conta de luz parece ter zeros a mais, as viagens possíveis caem para uma por ano — e chega o momento em que você decide não fazer nenhuma viagem pelos próximos 12 meses para pelo menos conseguir ir ao litoral no réveillon: as passagens e hospedagens estão mais salgadas que a água das ondinhas que você pretende pular.

    O seu sonho de aposentadoria virou um pesadelo. A culpada? Você teve um encontro com ela ontem mesmo, neste Rico Matinal: a inflação.

    “E agora? Quem poderá me defender?"

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    A boa notícia é que você não precisa do Chapolin Colorado para mitigar os efeitos dos aumentos de preços na sua carteira: basta investir do jeito certo.

    Existem ativos com efeito de proteção inflacionária para compor as carteiras de todos os perfis de investidor(a). Você está prestes a conhecer 5 deles, com indicações das nossas carteiras recomendadas para dezembro quando houver (conheça as carteiras completas no nosso De Olho No Mercado

    1. Tesouro IPCA+

    Conservadores e conservadoras do meu Brasil, atenção! Os títulos do Tesouro com nome IPCA+, também conhecidos como NTN-B, garantem remuneração acima da inflação com o menor risco de crédito do mercado (o famoso risco-país).

    Sim, eles têm risco de mercado — se você quiser sacar antes do vencimento, pode ver oscilações significativas e acabar até perdendo dinheiro. Mas, caso você mantenha em carteira até o vencimento, está totalmente protegido do aumento dos preços medido pelo IPCA, com remuneração prefixada acima da taxa para todos os anos do momento em que investiu até a hora de resgatar.

    Nas nossas carteiras recomendadas, estamos com o Tesouro IPCA + 2026, que garante inflação mais 2,27% ao ano agora. Ou seja, se a inflação fechar em 3,5% em 2021, você vai receber uma remuneração de 5,77% com esse título em 2021. Se fechar em, digamos, 3% em 2022, a remuneração referente àquele ano vai ser de 5,27%, e assim sucessivamente.

    1. Outros títulos de renda fixa indexados ao IPCA (e fundos que investem nesses títulos)

    Quer mais prêmio e não se importa em tomar um pouco mais risco? Hora de partir para o crédito privado. Para esses títulos, a lógica da remuneração é a mesma do Tesouro IPCA+: taxa prefixada mais variação da inflação. O que muda é o risco de crédito, que varia de acordo com a empresa emissora daquele título — e você sabe: quanto maior o risco, maior tende a ser também a remuneração.

    Na nossa carteira de dezembro, sugerimos uma debênture da Eneva com vencimento em setembro de 2035 e remuneração de IPCA + 4%. Se você preferir terceirizar para uma gestora profissional (e diversificar o risco), indicamos fundos como o XP Debêntures Incentivadas FIC FIM CP. As duas recomendações são isentas de imposto de renda, o que significa mais rendimento líquido no fim das contas.

    1. ETFs de renda fixa

    Você conhece os IMAs? Não tem nada a ver com objetos que provocam campos magnéticos. Me refiro ao IMA-B e ao IMA-B 5+, os índices que acompanham o rendimento dos títulos públicos de inflação com vencimento em até 5 anos e a partir de 5 anos, respectivamente.

    Existem hoje na B3 cinco ETFs (fundos de índice listados em bolsa) de renda fixa que acompanham esses índices e também são alternativas para você investir se protegendo da inflação. A vantagem dos ETFs em relação aos fundos tradicionais é tributária: ETFs não têm come-cotas, só uma cobrança de 15% no ganho de capital na venda. Mas também não há gestão ativa. 

    1. Fundos imobiliários com contratos corrigidos pelo IGP-M ou IPCA

    Como já falamos nesse outro insight, fundos imobiliários com contratos atípicos indexados ao IGP-M são a melhor forma de ganhar com a alta desse indicador que disparou quase 25% em 12 meses até novembro. Alguns FIIs também têm contratos corrigidos pelo IPCA.

     

    Para explicar melhor: quando você tem cotas de um fundo imobiliário, se torna proprietário de uma fração de todos os imóveis que fazem parte desse FII. Os inquilinos desses imóveis pagam aluguéis que são distribuídos aos cotistas em forma de proventos. Se esses aluguéis são corrigidos anualmente pelo IGP-M, seus dividendos também o serão!

    Nossa carteira recomendada de fundos imobiliários está acessível a todos os clientes Rico na área logada em Análises/Carteiras Recomendadas.

    1. Ações!

    Achou que não ia ter pimenta nessa salada? Acontece que ações de empresas bem posicionadas, com uma boa base de clientes, também têm tendência a proteger seu dinheiro da inflação no longo prazo.

    Para entender a lógica é só lembrar que essas empresas têm capacidade de repassar o aumento dos preços nos produtos e serviços com que trabalham. Com isso, a receita cresce, o valor justo de mercado também e o preço das ações tende a ser levado junto!

    Claro, não dá para garantir que seu investimento em ações vá necessariamente render acima da inflação no curto prazo, mas escolher boas ações, diversificadas, para investir pensando em longo prazo é, sim, uma forma de proteger seu dinheiro dessas altas nos preços, dependendo do seu perfil de investimento. Nossas recomendações de ações estão sempre na carteira gratuita RICO3, na área logada da Rico, e na seleção Estrelas da Bolsa, com muito mais detalhes.

    TL;DR:

    Esse mesmo tema foi assunto da Escola de Investidores no nosso YouTube na semana passada. Vem assistir clicando aqui!

    Resumo do dia: Um olho nos estímulos, outro no Brexit

    (por Júlia Aquino)

    Mercados globais amanhecem em alta nessa quarta-feira com otimismo dos investidores quanto a aprovação de novos estímulos econômicos nos Estados Unidos e o progresso das vacinas contra o coronavírus, mas mantendo olhares voltados para as negociações finais do Brexit. Os futuros do S&P 500 sobem 0,26% e o Euro Stoxx sobe 0,55%.

    Nos EUA, o Secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, apresentou proposta para um pacote de estímulo à economia de USD 916 bilhões. A proposta tem apoio de Mitch McConnell, líder dos republicanos no Senado, e democratas disseram que marca um avanço, apesar de ainda apoiarem o projeto apresentado pelo grupo bipartidário.

    O primeiro ministro britânico, Boris Johnson, deve viajar a Bruxelas ainda hoje para se reunir com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em um esforço para evitar que o Brexit aconteça sem um acordo comercial entre o país e o bloco. Johnson disse ontem que seu governo chegou a um acordo com a UE sobre a Irlanda do Norte e que iria eliminar todos os artigos que fossem contra a lei em um projeto de lei doméstico sobre o Brexit - um gesto que foi considerado positivo pela UE.  

    Ibovespa fechou ontem em leve alta de 0.17%, em 113.793 pontos, depois de atingir até 114.381 durante o dia. É a segunda vez em que o benchmark atinge esse patamar, mas devolve os ganhos à tarde depois de notícias sobre as discussões fiscais no Congresso chegarem às mesas das corretoras e bancos. O Ministério da Economia e o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, Márcio Bittar, negaram a informação de que a PEC colocaria despesas fora do teto de gastos.

    Rodrigo Maia, presidente da Câmara, disse esperar que o relator da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro, e o líder do governo na Casa, Ricardo Barros, cheguem a um texto para a reforma tributária nesta semana para que possam apresentá-lo aos demais líderes. Segundo Maia, Aguinaldo, que também é líder da Maioria na Casa, deve concluir a redação do texto em breve, mas os pontos das propostas já “estão todos ajustados com o governo”.

    Ontem foi divulgado o que o IPCA de novembro subiu 0,89%, em linha com a expectativa XP Inc. e acima do consenso do mercado. As maiores surpresas inflacionárias vieram dos bens não-duráveis, principalmente carnes e hortaliças, que continuam pressionando inflação de alimentação no domicílio. 

    Hoje, por volta das 18:30, teremos a divulgação da decisão da reunião do Copom (Comitê de Políticas Monetárias do Banco Central). A nossa expectativa e a do mercado é que ocorra manutenção da taxa Selic em 2,00% ao ano, sem fortes modificações no seu comunicado. Às 19h, o time da Rico vai falar sobre a decisão em uma live no YouTube. Acompanhe!

    Agenda da Semana

    Quarta-feira, 09

    Após 18h30: Brasil - definição da taxa Selic (exp: 2%; ant: 2%)

    Quinta-feira, 10

    09h00: Brasil - vendas a varejo a.m. (exp: -0,4; exp XP: -0,1%; ant: 0,6%)

    09h00: Brasil - venda ampla varejo a.m. (exp XP: 2,2%; ant: 1,2%)

    10h30: EUA - novos pedidos de auxílio-desemprego

    Sexta-feira, 11

    09h00: Brasil - volume do setor de serviços IBGE a.a. (exp: -6,4; exp XP: 3,5%; ant: -7,2%)

    Topics: Rico Matinal