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    Senado Aprova Reforma da Previdência em 2º Turno

    by Rico.com.vc | 22 de Outubro, 2019

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    Depois de meses de tramitação, negociações e ajustes no texto final, o plenário do Senado aprovou a Reforma da Previdência em segundo turno.

    A definição ocorreu na noite de 22 de outubro de 2019 com o voto favorável de 60 senadores - 11 a mais que o necessário para garantir a aprovação.

    Não resta dúvidas de que há impactos na sua vida com a aprovação da Reforma, a menos que já esteja aposentado.

    Mas, mesmo se for o caso, é preciso ficar atento a outra repercussão importante, que é justamente o foco deste artigo.

    Estamos falando dos seus investimentos financeiros.

    Afinal, o que deverá mudar neles?

    Será que vai se tornar mais ou menos atrativo aplicar dinheiro em renda fixa e renda variável, considerando as diferentes opções do mercado financeiro?

    Qual o melhor investimento com as novas regras da Previdência Social?

    Quais as aplicações que melhor combinam com seu perfil e devem fazer parte do seu portfólio?

    Todas essas questões serão abordadas a partir de agora, em um artigo completo sobre o tema.

    Então, sem perder tempo, vamos ajudar você a fazer as melhores escolhas nesse novo cenário que começa com a aprovação da Reforma da Previdência no Senado Federal.

    Reforma da Previdência Aprovada no Senado

    Em essência, a nova idade mínima para os brasileiros se aposentarem será de 65 anos para os homens e de 62 anos para as mulheres.

    Também poderá se aposentar aquele que contribuir com a Previdência Social por 35 anos (homens) ou 30 anos (mulheres).

    No entanto, essas mudanças valem apenas para os novos trabalhadores, aqueles que estão ingressando agora no mercado de trabalho.

    Quanto aos demais, há regras de transição, de modo que a idade mínima exigida vai subindo aos poucos.

    Na prática, quem já está há mais tempo contribuindo com a Previdência Social, precisará de menos tempo para encaminhar a aposentadoria.

    Como destacado, essa é a essência da proposta aprovada pelos senadores.

    Mas há, ainda, regras específicas definidas para algumas categorias de trabalhadores, como policiais e professores.

    Se você é contribuinte da Previdência Social e tem a meta de se aposentar pelo INSS, como a grande maioria dos brasileiros, vale estudar mais a fundo o texto para entender como é atingido especificamente pelas mudanças.

    Como foi a Votação da Reforma da Previdência

    A aprovação da Reforma da Previdência no Senado dependia do voto favorável de pelo menos 49 dos 81 senadores. E foi assim que ocorreu.

    Na votação em primeiro turno, em 1º de outubro, 56 parlamentares deram seu aval ao texto-base da PEC 6/2019. Outros 19 senadores votaram de forma contrária.

    Já no segundo turno da votação,  em 22 de outubro, o placar foi de 60 a 19 pela aprovação da Reforma da Previdência.

    Como não houve modificação substancial no texto inicialmente debatido e aprovado na Câmara dos Deputados, a proposta não precisa retornar para a avaliação da casa, seguindo para a promulgação em lei federal pelo Congresso Nacional.

    Qual o Impacto da Aprovação da Reforma

    A Reforma da Previdência é uma das principais alternativas do governo federal para tentar equilibrar as contas públicas.

    Em 2018, o déficit na Previdência Social foi de R$ 195,2 bilhões, o que representa um aumento de 7% em relação a 2017.

    Considere também que a população brasileira vem envelhecendo a cada ano, com o aumento na expectativa de vida e a redução nas taxas de natalidade, o que intensifica o déficit previdenciário.

    O país está chegando ao final do chamado “boom” demográfico, quando há maior quantidade de pessoas em idade ativa, aptas a trabalhar.

    A partir de 2020, conforme as projeções, o Brasil deverá ter um crescimento no índice de aposentadorias, em detrimento ao número de trabalhadores.

    Com a queda na população economicamente ativa, o sistema previdenciário corre o risco de entrar em colapso. Ou seja, de haver mais aposentadorias a pagar do que trabalhadores a contribuir.

    Por causa disso, o governo federal decidiu acelerar as negociações para destravar a proposta no Congresso.

    Os gastos no Brasil com Previdência e assistência alcançam 53,4% das despesas da União.

    Caso a reforma não fosse aprovada, o Ministério do Planejamento previa que os gastos previdenciários chegariam, em 2026, a incríveis 82% das despesas públicas.

    O texto estima uma economia para as contas públicas da ordem de aproximadamente R$ 900 bilhões nos próximos dez anos.

    Esses recursos devem permitir que o governo retome os investimentos em saúde, educação e infraestrutura, por exemplo.

    São ações que, além de possibilitarem a retomada do crescimento econômico, tendem a atrair investimentos estrangeiros e aumentar a confiança dos empresários nacionais.

    O que Fazer com Seus Investimentos

    Business woman looking at keyhole with bright cityscape concept background

    Até aqui, falamos sobre os impactos da aprovação da Reforma da Previdência no planejamento de aposentadorias e na economia brasileira.

    Mas e quanto aos seus investimentos? O que serão deles a partir de agora?

    Para responder a essa dúvida, vamos dividir a análise entre aplicações de renda fixa e renda variável.

    Renda fixa

    A Reforma da Previdência, como vimos, tende a impactar diretamente toda a economia brasileira.

    Assim, a expectativa do mercado é de que o Banco Central baixe ainda mais os juros, lembrando que, em outubro de 2019, a taxa Selic está em 5,5%, com projeções para encerrar 2019 em 5%.

    Nesse cenário, ativos de renda fixa tendem a ter a sua rentabilidade reduzida.

    Vale para investimentos corrigidos pela Selic e por outros indicadores relacionados a ela, como a taxa DI.

    Assim, produtos como títulos públicos, CDB, LCI, LCA e mesmo a caderneta de poupança podem render menos do que atualmente.

    A Reforma da Previdência pode, então, representar uma boa oportunidade para que o investidor resolva arriscar mais e buscar maiores ganhos.

    No entanto, é sempre importante ressaltar que a renda fixa é praticamente uma garantia da manutenção do valor investido, sem maiores riscos.

    Por isso, representa um tipo de investimento preferido por perfis mais conservadores, que não veem problemas em abrir mão de rentabilidades mais atrativas em nome da maior segurança.

    Se você pretende esperar a “poeira baixar”, pode aguardar os primeiros meses pós-reforma, mantendo os investimentos em renda fixa, mas nunca deixando de buscar oportunidades para diversificar seus investimentos.

    Renda variável

    Pesquisar aplicações adequadas ao seu perfil de risco é o que você, investidor, deve fazer.

    Isso vale especialmente em um cenário de incertezas políticas e de volatilidade na economia.

    A aprovação da Reforma da Previdência era algo muito aguardado pelo país, pelo governo e pelos economistas.

    No entanto, os impactos dessa mudança ainda vão continuar por alguns meses.

    O importante é que você acompanhe de perto as notícias sobre as consequências da aprovação da reforma na hora de decidir mudar ou fazer novos de investimentos.

    Quem tem perfil mais arrojado e pretende investir ou manter suas aplicações em Bolsa de Valores, por exemplo, pode fazer essa opção, principalmente se for mirar o longo prazo.

    As projeções indicam que o índice Ibovespa poderá chegar em torno dos 125 mil pontos até o final do ano, o que dá margem para boas negociações.

    Porém, é preciso estar atento a qualquer mudança para tomar decisões que permitam mudar a estratégia rapidamente.

    Outra dica é diversificar nos próprios ativos de renda variável. É o que acontece ao buscar ações de empresas de diferentes segmentos, também minicontratos e alternativas que pagam dividendos, por exemplo.

    Fundos de Investimentos

    Considerados como uma escolha para os investidores que pretendem diversificar suas aplicações, buscando ganhos maiores, os fundos de investimentos podem ser ainda mais atrativos no cenário pós-reforma.

    Uma das vantagens é justamente poder aplicar em uma carteira ou em um fundo específico e não precisar ficar preocupado com as constantes mudanças do mercado.

    Nesse ano de cenários econômico e político bastante incomuns, com troca de governo federal e mudanças estruturais importantes, os fundos seguem como uma alternativa bastante viável e, por isso, costumam figurar em listas de melhores investimentos.

    Você pode entender como funcionam em nossos artigos sobre fundos de investimentos de diferentes formatos:

    Seu Perfil de Investimentos pós-Reforma

    Ao observar as dicas que acabamos de trazer, você pode ter observado um ponto em comum a todos os tipos de aplicação: a necessidade de conhecer e respeitar seu perfil de investidor.

    Sim, diversificar é importante para proteger seu dinheiro, mas até para isso você deve entender a aversão que possui ao risco e a rentabilidade desejada.

    Então, confira as recomendações que separamos para cada perfil.

    1. Perfil conservador

    A tendência de queda na taxa Selic até o final do ano é uma realidade que dificilmente será revertida.

    Com a aprovação da Reforma da Previdência, a expectativa é que o índice possa ser cortado para encerrar dentro da previsão de 5% ao final de 2019.

    Com isso, os investimentos em renda fixa podem vir a ter remunerações mais baixas, como já explicamos.

    Para quem tem maior aversão ao risco, a orientação é buscar títulos indexados à inflação ou papéis prefixados.

    Nesse cenário, não há risco de perda para o investidor, desde que ele fique atento ao vencimento dos papéis.

    Também os retornos serão acima da inflação, o que é importante para seu dinheiro não perder poder de compra.

    As aplicações em longo e médio prazo também são interessantes nesse cenário pós-reforma, quando é esperado que a economia retome o crescimento.

    2. Perfil moderado

    O novo retrato do país, após a aprovação da Reforma da Previdência, pode ser convidativo ao investidor de perfil moderado, servindo de incentivo para que ele faça algumas mudanças em sua carteira de ativos, buscando um retorno maior nos seus ganhos.

    Uma alternativa é utilizar a estratégia da diversificação, especialmente em fundos multimercados e em renda variável.

    Na renda fixa, os ativos atrelados ao CDI permitem poucas oscilações e retornos constantes.

    As debêntures também devem se tornar mais atrativas, principalmente, as incentivadas, já que elas possuem eficiência fiscal, pois não pagam Imposto de Renda, e garantem um retorno acima da inflação.

    A consequente queda nos juros também favorece o investimento em ações, ainda mais se a intenção for apostar no longo prazo.

    No entanto, quem quer ingressar ou se manter na Bolsa de Valores deve ter atenção com os movimentos de um mercado bastante volátil e que também sofre impactos do cenário externo.

    3. Perfil arrojado

    Bastante aguardada (e desejada) pelo mercado financeiro, a aprovação da Reforma da Previdência deve permitir que investidores mais arrojados possam buscar rendimentos maiores, mantendo a característica de seu perfil.

    Uma alternativa é conservar uma pequena parte do seu patrimônio em produtos atrelados ao dólar, como contratos futuros e fundos cambiais ou em derivativos de ações, como opções de venda futura.

    O investidor arrojado também pode diversificar seus investimentos em fundos multimercado por exemplo, principalmente, para equilibrar sua carteira nos momentos de ruídos negativos que impactem na Bolsa.

    A economia brasileira tende a crescer e investidores externos devem começar a olhar para o país de outra forma.

    Valores “represados” devem ingressar no Brasil e melhorar ainda mais o cenário.

    A expectativa é boa, mas nunca é demais reforçar a importância da atenção às oscilações.

    Conclusão

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    Como você viu, a Reforma da Previdência foi aprovada em segundo turno no Senado Federal em 22 de outubro de 2019.

    A economia do país deve passar por mudanças profundas nos próximos anos e, consequentemente, seus investimentos - e seus ganhos - também irão reagir ao novo cenário.

    Explicar os principais pontos da Reforma e assimilar de que maneira ela irá se refletir na sua vida é uma das nossas preocupações.

    Por isso, exemplificamos os possíveis cenários que podem surgir para as suas aplicações atuais e futuras.

    A diversificação segue como uma das principais alternativas para minimizar riscos e manter o equilíbrio das suas contas, o mesmo equilíbrio que o governo tentará buscar a partir de agora, com as novas regras previdenciárias.

    Abra sua conta na Rico e disponha dos melhores ativos do mercado.

    Obrigado por ler até aqui!

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    Topics: Economia e Análises

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