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    Impacto da Reforma da Previdência nos Investimentos - Onde Aplicar

    by Equipe Rico | 5 de Dezembro, 2019

    inss-ou-previdencia-privada-destaque

    Você sabe qual seria o impacto da Reforma da Previdência nas suas aplicações?

    Já em vigor, ela pode gerar uma economia na grandeza de 800 bilhões de reais, além de ajudar a resolver o problema fiscal que o país enfrenta hoje no qual os gastos excedem as receitas.

    Sua versão final, aprovada em outubro e promulgada em lei no 12 de novembro, foi bem recebida pelo mercado financeiro, a exemplo da Bolsa de Valores, que ultrapassou os 100 mil pontos durante a tramitação da proposta e se mantém firme acima da marca.

    Neste artigo, você vai entender a importância da Reforma da Previdência para os investimentos.

    Você vai conferir quais são os melhores ativos para investir com segurança e rentabilidade no cenário atual. Veja o que preparamos para você:

    • Panorama Sobre a Reforma da Previdência
    • Cenário da Reforma da Previdência
    • Como foi a trajetória da Reforma da Previdência
    • Afinal, o Que Muda Com a Reforma da Previdência?
    • Sistema Anterior x Com a Reforma - Impactos para os Trabalhadores 
    • Impactos da Reforma da Previdência na Economia
    • Como a Reforma da Previdência Impacta Seus Investimentos
    • O Que o Investidor Deve Fazer Com a Reforma da Previdência Aprovada
    • Exemplos de Mudanças de Investimentos por Conta da Reforma da Previdência 
    • Reforma da Previdência  e os Impactos Específicos na Bolsa de Valores
    • Ações que devem subir e descer após a Reforma da Previdência
    • Redução da Taxa Selic e a Reforma da Previdência 
    • Últimas notícias sobre a Reforma da Previdência.

    Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

    Panorama Sobre a Reforma da Previdência 

    reforma da previdencia e investimentos introducao

    O mercado quer a aprovação das mudanças estruturais

    Entender sobre a Reforma da Previdência é essencial para saber o que está acontecendo neste momento na economia brasileira, para ajudar a tomar as melhores decisões na hora de fazer investimentos.

    A medida sempre foi considerada como prioridade do atual governo, tendo sido apreciada por deputados e senadores antes da promulgação em lei.

    Basicamente, a Reforma da Previdência atualiza as regras do sistema previdenciário atual, assim como já foi feito nos governos anteriores de Fernando Henrique Cardoso e Lula.

    Apesar das mudanças realizadas em ambos os mandatos, no ano de 2018, o rombo chegou a R$ 290,2 bilhões.

    E a tendência é de que esse prejuízo não pare por aí, uma vez que a estimativa deste valor é só crescer nos próximos anos. Segundo a Consultoria Legislativa do Senado, em 2026, as despesas com as aposentadorias devem consumir 80% de todo o dinheiro arrecadado pelo Brasil.

    Por isso, a aprovação da reforma se mostrava imprescindível para a recuperação das contas do Brasil. 

    Com a conclusão da sua tramitação no Congresso Nacional, é esperada uma economia próxima de R$ 800 milhões aos cofres públicos nos próximos 10 anos.

    Cenário da Reforma da Previdência em 2019 e 2020

    Como vimos na estimativa de economia a ser gerada, a reforma foi proposta com o objetivo frear o rombo que existe hoje na previdência.

    O projeto aprovado no Congresso Nacional representa uma reforma muito mais robusta que a apresentada pelo governo Temer e com o dobro da economia que ia ser votada em 2017.

    E isso acontece em um importante momento para o Brasil.

    Já que o país tem mostrado dificuldades na retomada do crescimento, isso deve ajudar a restaurar a confiança do mercado na economia.

    O projeto de Reforma da Previdência foi amplamente discutido ao longo de 2019. Já em 2020, o ano começa com as regras já valendo.

    A tramitação se encerrou na noite de 22 de outubro de 2019, com 60 votos favoráveis e 19 contrários.

    Já no dia 12 de novembro de 2019, ocorreu a promulgação da agora chamada Emenda Constitucional n.º 103 e o texto entrou em vigor.

    Em 2020, não estão descartadas mudanças na versão final aprovada.

    Algumas delas podem vir da Proposta de Emenda à Constituição n° 113, a chamada PEC paralela, que tramita no Senado Federal para melhorar o benefício daqueles que se aposentarem nos próximos cinco anos.

    Então, vale seguir acompanhando as movimentações no Congresso, o que deve incluir em breve outras reformas com tamanha importância como a Tributária e a Administrativa.

    Lembrando: Como foi a trajetória da Reforma da Previdência ao longo dos últimos 3 anos

    Em 2016, durante o governo de Michel Temer, foi apresentada uma proposta para a Reforma da Previdência.

    Na época, já era reconhecida pelo mercado a importância do projeto, que em 2017 esbarrou em uma delação envolvendo o então presidente Michel Temer.

    Fato que no ano seguinte em 2018 levou a arquivar o texto, devido a insuficiência de votos para a aprovação.

    Com a mudança de governo, o novo presidente, Jair Bolsonaro, entregou ao Congresso a nova proposta em 20 de fevereiro de 2019.

    A partir dali, ela passou a tramitar primeiro na Câmara dos Deputados, onde foi aprovada em dois turnos (a segunda votação ocorreu no dia 7 de agosto de 2019 por 370 votos a 124). Já no Senado, como destacamos antes, a aprovação final se deu em 22 de outubro.

    Afinal, o Que Muda Com a Reforma da Previdência?

    Conforme já destacado, a Reforma da Previdência tem como principal objetivo reduzir o déficit e equilibrar as contas públicas no futuro.

    Além disso, ela deverá ajustar o sistema previdenciário, tornando-o mais compatível com a atual expectativa de vida no Brasil.

    Como sabemos, o Brasil está na fase final do seu "boom" demográfico.

    Isso significa que devemos ter um número maior de pessoas se aposentando do que de novos entrantes no mercado de trabalho.

    Consequentemente, a base de aposentados vai se tornar maior que a população economicamente ativa, responsável por sustentar o sistema previdenciário.

    Atualmente, o gasto com o pagamento das aposentadorias é maior do que o arrecadado dos trabalhadores.

    Em apenas um ano, o rombo da previdência aumentou em cerca de 8%. O maior responsável pelo crescimento das despesas foram os pagamentos para os aposentados do setor privado, que subiram 7%.

    Com esse ritmo de crescimento do número de pessoas se aposentando, as projeções indicam que as gerações atuais corriam o risco de receber muito menos ou até não receber este benefício.

    A Reforma da Previdência vem justamente para evitar esse cenário futuro. A proposta é adequar o tempo de serviço às expectativas de vida atuais dos brasileiros.

    Além disso, um dos objetivos é um cálculo de valor da aposentadoria mais justo evitando uma concentração de renda decorrente da regra atual.

    O teto atual é de cerca de R$ 5.900,00, que é recebido por apenas 5% do total. Por outro lado, 80% dos aposentados têm acesso a um salário mínimo.

    Na economia, a Reforma da Previdência ajuda na retomada da confiança dos investidores, além de equilibrar as contas públicas evitando a “falência” do país num futuro próximo.

    Outro ponto impactado por ela é na continuidade dos juros mais baixos. A expectativa do mercado é de que a taxa Selic continue menor por mais tempo e pode chegar no patamar de 4,5% ainda no final de 2019.

    Já que a inflação segue ainda um pouco abaixo da meta do Banco Central, se mantendo bem controlada e com um viés mais para queda inclusive.

    Além disso, a Reforma da Previdência ajuda na retomada da confiança do empresariado nacional e investidor estrangeiro, a voltar com investimentos para o crescimento que gera novos empregos e aumenta o consumo, e ajuda na retomada econômica do país.

    Após o Fórum Econômico Mundial de Davos, os investidores internacionais e outras nações aguardam os ajustes do sistema previdenciário para retornar o interesse ao Brasil.

    Sistema Anterior x Com a Reforma - Impactos para os Trabalhadores

    reforma da previdencia e investimentos impacto

    Haverá mudanças em todas as áreas

    A Reforma da Previdência é vista como essencial para a recuperação do Brasil.

    Para entender o porquê disso, você precisa conhecer as diferenças entre o sistema previdenciário vigente até a reforma e o que muda a partir dela. Confira:

    Idade mínima para INSS

    • Regra anterior: 65 anos para homens e 60 para mulheres. 
    • Nova anterior: a idade mínima passa a ser de 65 anos para homens e de 62 para mulheres. 

    Idade mínima para policiais federais

    • Regra anterior: por tempo de contribuição.
    • Nova regra: 55 anos para homens (mais 30 de contribuição) e mulheres (mais 25 de contribuição).

    Idade mínima para professores

    • Regra anterior: 55 anos para os homens e 50 anos para as mulheres.
    • Nova regra: a idade mínima para os professores será de 60 anos para homens (mais 30 de contribuição) e 57 anos para mulheres (mais 25 de contribuição). 

    Idade mínima para trabalhadores rurais

    • Regra anterior:  60 anos para homens e 55 para mulheres.
    • Nova regra: não houve mudança nessa regra.

    Idade mínima para os servidores públicos

    • Regra anterior: 65 anos para homens e 60 para mulheres. 
    • Nova anterior: a idade mínima passa a ser de 65 anos para homens e de 62 para mulheres. .

    Regras de transição

    Uma das dúvidas mais frequentes sobre a Reforma da Previdência são as regras de transição.

    A maioria dos trabalhadores atuais iniciou no regime atual e será submetido ao novo. Já quem entrar agora, terá a oportunidade de escolher um sistema de capitalização para a própria previdência. 

    Veja as possibilidades:

    • Transição 1 - Sistemas de pontos: será uma regra semelhante à atual, a fórmula 86/96. O trabalhador terá que alcançar uma pontuação entre a sua idade e o tempo de contribuição. 
    • Transição 2 - Idade mínima: em 2019, podem se aposentar homens com 61 anos de idade e 35 de contribuição e mulheres com 55 anos de idade e 30 de contribuição. A idade mínima sobe seis meses a cada ano até alcançar 65 para os homens (2027) e 62 para as mulheres (2031).
    • Transição 3 - Pedágio de 50%: esta regra será aplicada apenas aos trabalhadores que necessitam de cerca de 2 anos para completar o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 para as mulheres. Neste caso, haverá um pedágio de 50% sobre o tempo restante. Assim, se uma pessoa necessita de 2 anos para se aposentar, terá que trabalhar 3 anos. 
    • Transição 4 - Pedágio de 50%: aqui, o pedágio vale para quem tem 57 anos (mulheres) ou 60 (homens), devendo contribuir o dobro do tempo para se aposentar. Se hoje faltam 4 para isso, por exemplo, será preciso contribuir por oito anos.

    Mudança na alíquota 

    A proposta enviada ao Congresso prevê mudança na cobrança da alíquota de contribuição previdenciária. 

    Basicamente, quem ganha mais, terá que pagar uma fatia maior para receber a aposentadoria. 

    Além disso, foram criadas mais faixas de contribuição em relação aos salários. 

    Veja quais são as novas alíquotas, que entrarão em vigor a partir de março de 2020:

    • Até um salário mínimo: 7,5%
    • Mais de um salário mínimo até R$ 2 mil: 9%
    • de R$ 2.000,01 a R$ 3 mil: 12%
    • de R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45 (teto do INSS): 14%
    • de R$ 5.839,46 a R$ 10 mil: 14,5%
    • de R$ 10.0001,00 a R$ 20 mil: 16,5%
    • de R$ 20.000,01 a R$ 39 mil: 19%
    • acima de R$ 39.000,01: 22%

    Fonte: Agência Senado

    Impactos da Reforma da Previdência na Economia

    Embora menor do que o previsto inicialmente, o impacto da Reforma da Previdência na economia nacional deve ser significativo.

    Vale lembrar que, quando o projeto foi apresentado, era prevista uma economia superior a 1 trilhão de reais.

    Mudanças no texto final, contudo, reduziram essa previsão para algo em torno de 800 bilhões ao longo de uma década.

    Ainda assim, é um valor comemorado pelo governo, que via a questão como prioritária, dada a ameaça de colapso no sistema previdenciário.

    Segundo especialistas, inicialmente, havia nesse sistema cerca de 30 contribuintes para cada beneficiário. Atualmente, o número caiu para apenas dois. Em médio prazo, falava-se no risco de faltar contribuintes para pagar as aposentadorias.

    Além disso, o aumento da vida produtiva do trabalhador brasileiro também é visto de forma positiva para o crescimento econômico do país.

    Como a Reforma da Previdência Impacta Seus Investimentos

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    Todos os investimentos estão sujeitos aos efeitos das mudanças

    Agora que você já conhece o panorama da Reforma da Previdência, vamos mostrar os impactos que ela pode gerar nos seus investimentos. 

    Para isso, pedimos a opinião do analista da Rico Ricardo Castro. Confira:

    Renda fixa

    A Reforma da Previdência pode ter impacto sobre os juros futuros da renda fixa. Eles são precificados de acordo com as expectativas dos investidores. 

    O analista Ricardo Castro explica:

    "De forma geral, a tendência da renda fixa é remunerar cada vez menos, conforme as reformas são aprovadas.

    Um investimento como o Tesouro Selic, por exemplo, tem um rendimento líquido de 5,12% a.a e um rendimento real (tirando a inflação de 3,22% a.a), de apenas 1,9% a.a. 

    Essa é a hora de aplicar em fundos de investimentos mais arriscados ou até mesmo em ações".

    Renda variável

    A renda variável é bastante sensível às notícias sobre a Reforma da Previdência. Para o mercado, a sua aprovação é crucial para o desenvolvimento do país. 

    É possível que alguns ativos desta categoria sejam valorizados, principalmente ao longo de 2019. 

    Fundos de Investimentos

    Os fundos de investimentos costumam ser uma ótima escolha para os investidores que desejam sair da renda fixa e tentar ganhos maiores, sem se preocupar em monitorar o mercado e construir sua carteira de ativos sozinhos.

    Ricardo explica que "os gestores de fundos podem obter “seguros”, de modo que, caso os rendimentos da renda fixa caiam, os da renda variável aumentam e vice-versa, atuando como uma espécie de proteção ao investidor".

    Portanto, independente dos cenários, eles podem ser boas alternativas.

    É por esse e outros motivos que os fundos de investimentos estão na nossa lista dos melhores investimentos de 2019.

    O Que o Investidor Deve Fazer Se a Reforma da Previdência For Aprovada

    reforma da previdencia e investimentos aprovacao

    A aprovação é favorável aos investimentos

    Agora que você já sabe que a Reforma da Previdência e os investimentos estão diretamente relacionados, chegou a hora de entender como o investidor deve agir.

    Para ajudá-lo, trazemos dicas matadoras de acordo com cada perfil de investidor. Veja e esteja preparado desde já:

    1. Perfil conservador

    Como os juros em tendência de queda, os investimentos de renda fixa prefixados passam a ter taxas de retornos mais baixas.

    Então, uma das alternativas pode ser buscar proteção no pós fixado e em ativos híbridos ligados ao IPCA+, que vão te entregar retornos acima da inflação interessantes para o cenário atual.

    Segundo as projeções do mercado, a taxa Selic deverá permanecer baixa. Porém, se a inflação subir, o Banco Central terá que aumentar os juros para evitar descontroles.

    Assim, os investimentos atrelados à taxa básica de juros e ao CDI tendem a ser boas opções para fazer o dinheiro render, sem grandes oscilações.

    Os Fundos de Renda Fixa podem ser escolhas assertivas para os investidores de perfil conservador. Isso porque, a maioria das carteiras são compostas por títulos do Tesouro Direto.

    Assim, o risco pode ser menor e investir com ajuda profissional pode ser ideal aos que priorizam a segurança nos investimentos.

    Outra forma de investir com rentabilidade é optar pelos investimentos voltados para o médio e longo prazos.

    Assim, é possível encontrar taxas de rendimento mais atrativas, sem abrir mão da segurança e estabilidade oferecida pela renda fixa.

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    2. Perfil moderado

    O investidor moderado poderá se beneficiar com os movimentos retomada do crescimento e melhora na economia.

    Isso porque é possível utilizar a estratégia da diversificação para buscar maiores ganhos com investimentos em fundos multimercados e em renda variável.

    Na renda fixa, os ativos atrelados ao CDI são escolhas que diminuem a oscilação da carteira como um todo por conta dos retornos constantes.

    As debêntures também devem se tornar mais atrativas, principalmente, as incentivadas. Já que elas possuem eficiência fiscal por não pagarem Imposto de Renda, além de entregarem um retorno real acima da inflação.

    A queda nos juros tende a favorecer o investimento em ações.

    Nesse caso, é possível aumentar a proporção da renda variável na sua carteira. Mesmo assim, respeite o seu limite de tolerância para este tipo ativo.

    3. Perfil arrojado

    A Reforma da Previdência deverá beneficiar os investimentos de renda variável, como o desejado pelo investidores arrojados.

    Para o investidor arrojado, há possibilidades de aumentar a exposição em ativos ligados ao consumo interno.

    O investidor arrojado também deve diversificar seus investimentos em Fundos Multimercado por exemplo, principalmente, para equilibrar sua carteira nos momentos de ruídos negativo para a bolsa.

    Exemplos de Mudanças de Investimentos por Conta da Reforma da Previdência

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    Se você já investe, é essencial estar atento às possíveis mudanças que podem ocorrer no mercado. Seja para a previdência ou outro tema em destaque no caso.

    Na renda fixa, a tendência é que os investidores saiam do ativos indexados ao CDI, pois os juros deverão cair até o final de 2019.

    Os investimentos de renda variável podem ser boas alternativas para fazer o dinheiro render neste cenário de recuperação e crescimento do Brasil.

    Então, é possível ajustar a sua carteira com ativos desta categoria, por exemplo, aumentar a exposição em ações.

    Uma outra boa alternativa é optar pelos Fundos de Multimercados.

    Geralmente, eles costumam oferecer bons rendimentos e diferentes oscilações atendendo a que cada investidor busca.

    Como o cenário ainda possui questionamentos principalmente vindos de fora agora, o ideal é diversificar. Dessa forma, você deverá sempre irá obter um bom retorno do conjunto no longo prazo.

    Portanto, se você não fez mudanças na sua carteira de investimentos, ainda está em tempo de ajustá-la.

    Lembre-se de que manter todos os ovos na mesma cesta não tende a ser uma boa prática, principalmente, quando se fala no próprio dinheiro.

    Então, siga as dicas deste artigo e faça as mudanças conforme o seu perfil de investidor.

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    Reforma da Previdência e os Impactos Específicos na Bolsa de Valores

    Não é novidade para ninguém que o mercado financeiro aguardava a aprovação da Reforma da Previdência.

    A sua confirmação aumenta a confiança de investidores, o que significa maior fluxo de aplicações na Bolsa.

    Some a isso o desempenho ruim de ativos de renda fixa, o que é comum a um cenário de Taxa Selic em queda.

    Diante de tudo isso, a tendência aponta para uma migração de novos investidores para a renda variável, onde a Bolsa de Valores é o destino tradicional.

    São esperados maiores volumes de negociação a partir de agora, o que pode tornar a oferta de ações atrativa para mais empresas.

    Ações que devem subir e descer após a Reforma da Previdência

    É sempre difícil fazer previsões sobre o comportamento de ações no mercado. O que se sabe é que elas estão sujeitas a fatores diversos. E, com a Reforma da Previdência promulgada, não seria diferente.

    Ações de empresas consolidadas, como aquelas que compõem o Índice Ibovespa, são quase sempre uma opção óbvia.

    Mas não deixe de conhecer a carteira recomendada da Rico, que rendeu 200% desde a sua criação, em janeiro de 2016, conta 140% do Ibovespa.

    Redução da Taxa Selic e a Reforma da Previdência

    A Selic, taxa básica da economia brasileira, está hoje em 5% ano. O percentual atual é fruto de quedas sucessivas ao longo de 2019.

    À primeira vista, você pode não notar a relação, mas a Reforma da Previdência impacta também nos cortes promovidos pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.

    Em julho de 2019, Relatório de Acompanhamento Fiscal da Instituição Fiscal Independente (IFI), vinculada ao Senado, já previa que a Reforma poderia estimular mudanças na Selic, quando sua aprovação era uma tendência.

    Agora, com o texto promulgado, já há até mesmo a sinalização de mais um corte ainda em 2019, reduzindo a taxa para 4,5% ao ano.

    Inclusive, é o que aponta o relatório de novembro da IFI, o que vale para todos os cenários, mesmo o considerado "pessimista".

    Lembrando que essa também é a previsão do Boletim Focus, do Banco Central.

    Conclusão - Impacto da Reforma da Previdência

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    Invista o seu dinheiro com consciência e obtenha mais rendimentos!

    Como vimos neste artigo, a Reforma da Previdência impacta na economia do país e, consequentemente, a sua vida.

    Por isso, é fundamental conhecer os pontos da proposta e saber como isso pode afetar os seus objetivos e seus investimentos.

    Em todos os cenários, uma das melhores estratégias para se proteger e planejar a sua aposentadoria tende a ser a diversificação.

    Assim, é possível ter mais equilíbrio e minimizar os riscos que poderão aparecer durante o ano.

    Para investir com foco na sua aposentadoria, o primeiro passo é abrir a sua conta na Rico.

    Aqui, você terá à disposição os melhores ativos do mercado e ainda contará com todo o suporte do nosso time de especialistas.

    Esse artigo foi útil para você? Então deixe um comentário.

    Obrigado por ler até aqui!

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    Topics: Economia e Análises

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