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    Como a Reforma da Previdência Impacta Seus Investimentos em 2018

    by Rico.com.vc on Janeiro 22, 2018

    reforma da previdencia e investimentos

    Você sabe qual seria o impacto da reforma da previdência nos seus investimentos?

    Essa é uma dúvida frequente entre os investidores desde 2017. 

    Cada vez que ela é adiada, mais incertezas surgem em relação ao destino que levará. A princípio, a votação está marcada para fevereiro de 2018. 

    A depender do seu resultado, o mercado poderá responder à altura. Como todo bom investidor, você precisa estar preparado para os possíveis cenários que podem aparecer. 

    Tenha em mente que quanto mais cedo você fizer os ajustes na sua carteira, melhor será para o seu bolso. 

    Quer começar a investir e está em dúvida sobre qual investimentos escolher? Leia esse outro artigo e conheça as melhores alternativas para o seu dinheiro render mais

    Diante dessas premissas, preparamos um guia completo para você entender como a reforma da previdência impactaria nos seus investimentos.

    Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

    Boa leitura!

    Panorama Sobre a Reforma da Previdência 2018

    reforma da previdencia e investimentos introducaoO mercado quer a aprovação das mudanças estruturais

    A reforma da previdência é uma das reformas mais importantes propostas pela equipe econômica do governo do presidente Michel Temer. 

    Desde 2017, ela entrou na pauta das votações. Porém, a polêmica gerada sobre o assunto e expectativa de falta de votos causaram o adiamento da reforma da previdência para não se sabe ao certo.

    Inicialmente, o problema estava recaindo sob a idade mínima, aposentadoria de militares e dos trabalhadores rurais. 

    Agora, a ideia é aprovar a reforma da previdência com um texto mais enxuto e com pontos menos brandos que na proposta anterior. 

    Por ser uma reforma que envolve o destino do dinheiro público e da economia brasileira, o mercado está envolvido e já precifica os possíveis cenários. 

    No dia 11 de janeiro, a nota de crédito soberano do Brasil foi cortada pela S&P Global Ratings. Ela passou de BB para BB-, o que significa que o país continua sem o selo de bom pagador e três degrau abaixo do grau de investimento.

    Contudo, a perspectiva para a nota saiu de negativa para estável. 

    Entre as justificativas, a agência destacou o atraso na agenda das reformas estruturais, que demonstra a falta de compromisso do governo para a aprovação de mais uma reforma estrutural importantíssima para os rumos do país.

    Então, nota-se a importância que a reforma da previdência tem dentro do compromisso fiscal assumido pelo governo. 

    O Que Muda Com a Reforma da Previdência?

    A reforma da previdência tem como objetivo frear o rombo nos gastos públicos. Em 2017, os custos para o pagamento das aposentadorias equivalem a 2,7% do PIB, isto é, R$ 181,2 bilhões.

    Em 2016, o déficit foi R$ 149,2 bilhões. O aumento ficou em torno de 21%.

    O sistema previdenciário atual consiste em um fundo coletivo em que a população ativa sustenta a aposentadoria dos que já contribuíram ao longo de suas vidas. 

    Com este ritmo de crescimento das faixas etárias, as projeções indicam que as gerações atuais vão receber muito menos que os aposentados de hoje. 

    A reforma da previdência vem justamente para evitar esse cenário futuro. A proposta é adequar o tempo de serviço às expectativas de vida atuais dos brasileiros. 

    Além disso, um dos objetivos é um cálculo de valor da aposentadoria mais justo. Para você ter ideia, o teto atual é de R$ 5.400,00, que é recebido por apenas 5% do total. Por outro lado, 80% dos aposentados têm acesso a um salário mínimo.

    Na economia, a reforma da previdência influenciaria na retomada da atividade, principalmente no equilíbrio das contas públicas e no crescimento do PIB.

    Outro ponto a favor dela é a abertura para mais cortes de juros. As expectativas do mercado é de que a taxa Selic fique em 6,75% ao ano

    Assim, com a aprovação da reforma, a equipe econômica poderia reduzir ainda mais a Taxa Selic e, o mercado poderia atribuir menor risco a capacidade fiscal do Brasil.

    Com a volta da confiança do empresariado nacional e estrangeiro, o crescimento poderia ser mais forte, o que atrairia mais investidores para o país. 

    O câmbio também sofre influência. A projeção é de que ele fique mais equilibrado e o Brasil seja visto como capaz de controlar os gastos públicos. 

    Sistema Atual x Com a Reforma

    reforma da previdencia e investimentos impacto

    Haverá mudanças em todas as áreas

    A aprovação da reforma da previdência é vista como essencial para a recuperação do Brasil.

    Para entender o porquê disso, você precisa conhecer as diferenças entre o sistema previdenciário atual e com a reforma. Confira:

    Idade mínima para trabalhadores do setor privado e servidores públicos

    • Regra atual: para os homens a idade mínima é de 65 anos e para as mulheres é 60. Para  os servidores a é 60 anos para os homens e 55 para as mulheres.
    • Nova regra: a idade para homens é fixada em 65 anos e para as mulheres em 62 anos. Para elas, a idade mínima é progressiva, ou seja, aumentará com o passar dos anos. 

    Idade mínima para policiais e trabalhadores em condições insalubres

    • Regra atual: por tempo de contribuição.
    • Nova regra: a idade mínima é de 55 anos para homens e mulheres.

    Idade mínima para professores

    • Regra atual: hoje, a idade é de 55 anos para os homens e 50 anos para as mulheres.
    • Nova regra: a idade mínima para os professores será de 60 anos para ambos sexos.

    Tempo de contribuição para os trabalhadores do setor privado

    • Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.
    • Nova regra: 15 anos para a aposentadoria parcial e 40 anos receber a totalidade do benefício.

    Tempo de contribuição para os servidores públicos

    • Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.
    • Nova regra: 25 anos para obter a aposentadoria parcial e 40 de contribuição para a total. 

    DRU

    A arrecadação da previdência será retirada da DRU (Desvinculação das Receitas da União). Hoje, esse mecanismo permite o uso de 30% da arrecadação dos impostos à seguridade social. 

    Como o valor da desvinculação já não cobre mais as despesas com o pagamento das aposentadorias, o governo precisa utilizar as fontes vinculadas. 

    Então, a proposta é extinguir a DRU e colocar as despesas da previdência no Orçamento Fiscal.   

    Cálculo da aposentadoria

    Outro ponto que muda com a reforma da previdência é o cálculo do valor da aposentadoria. A regra atual depende do tipo escolhido. 

    No tempo de contribuição, tem a famosa regra 85/95, que dá direito à parcela total. Há também o fator previdenciário que diminui a alíquota recebida. 

    Já no critério da idade mínima, o aposentado recebe 70% da média dos salários atuais mais 1% por cada ano pago à previdência. 

    A reforma da previdência propõe o desuso da regra 85/95 e do fator previdenciário. Para receber 100% da aposentadoria é necessário contribuir por 40 anos. 

    Caso contrário, recebe-se o valor parcial, que por sua vez, inicia em 15 anos com 60% e vai até a totalidade. 

    Regras de transição

    Uma das dúvidas mais frequentes sobre a reforma da previdência são as regras de transição. A maioria dos trabalhadores atuais iniciou no regime atual e será submetido ao novo. 

    Veja as propostas:

    • Pedágio: os trabalhadores terão que pagar um pedágio de 30% sobre o tempo que falta para atingir o total da contribuição pela regra atual em 35 anos para os homens e 30 para as mulheres.
    • Idade mínima: até 2020, a idade mínima será fixada em 60 anos para os homens e 55 anos para as mulheres. 
    • Valor do benefício para servidores públicos: 
      • Iniciou até 31 de dezembro de 2003: se a aposentadoria atingir 65 (homens) e 62 anos (mulheres), há o recebimento no formato atual. Antes destas idades, o valor é de 100% da média salarial.
      • Entrada após 31 de dezembro de 2003: segue a mesma regra dos aposentados do regime geral. 

    A reforma da previdência não traz mudanças para a aposentadoria dos trabalhadores rurais e para o BPC (Benefício de Prestação Continuada)

    Como a Reforma da Previdência Impacta Seus Investimentos

    reforma da previdencia investimentos

    Todos os investimentos estão sujeitos aos efeitos das mudanças

    Agora que você já conhece o panorama atual da reforma da previdência, vamos mostrar os impactos que ela pode gerar nos seus investimentos. 

    Para isso, pedimos a opinião do nosso time de analistas. Saiba mais de acordo com a modalidade:

    Renda fixa

    A reforma da previdência pode ter impacto sobre os juros futuros da renda fixa. Eles são precificados de acordo com as expectativas dos investidores. 

    Se tiver riscos de que ela não seja aprovada, o prêmio oferecido terá que ser maior que o atual para compensar o investimento. 

    De forma geral, quanto maiores os juros futuros, menor será o preço dos títulos e mais alta a taxa de rentabilidade exigida. Esse efeito é visto nos títulos atrelados à inflação e nos prefixados. 

    Os papéis pós-fixados podem sofrer alterações na taxa de retorno. Eles pagam um percentual de um indexador da economia, por exemplo, a taxa Selic ou o CDI

    Se o indicador aumentar, os rendimentos seguem a mesma trajetória e vice-versa.

    Renda variável

    A renda variável é bastante sensível às notícias sobre a reforma da previdência. Para o mercado, a aprovação dela é crucial para o desenvolvimento do país. 

    Mesmo com o texto mais enxuto, haverá mais equilíbrio dos gastos com aposentadoria do que no momento atual. 

    Então, a aprovação pode trazer o avanço da renda variável, o que a torna ainda mais atrativa.

    Porém, você precisa considerar que a volatilidade está em ritmo mais acelerado. Conforme a decisão política, haverá fortes movimentos de compra ou venda. 

    Assim, o mercado exigirá paciência dos investidores. Ao mesmo tempo, a oscilação das cotações pode trazer oportunidades de ganhos no curto prazo através do Day Trade

    Fundos de Investimentos

    Os Fundos de Investimentos também tendem a passar por um período de volatilidade, devido ao impacto no câmbio, juros, renda variável em relação às demais aplicações.

    Isso acontece porque eles são carteiras diversificadas.

    Entretanto, os gestores de fundos compram “seguros”, de modo que, caso os rendimentos da renda fixa caiam, os da renda variável aumentam e vice-versa, atuando como uma espécie de proteção ao investidor.

    Portanto, há o equilíbrio entre os investimentos e os retornos podem se manter.
    Então, independente dos cenários, eles podem ser boas alternativas. É por esse e outros motivos que os fundos de investimentos estão na nossa lista dos melhores investimentos de 2018

    O Que o Investidor Deve Fazer Se a Reforma da Previdência For Aprovada

    reforma da previdencia e investimentos aprovacao

    A aprovação é favorável aos investimentos

    Apesar das incertezas do mercado, é fundamental saber o que fazer depois caso a votação da reforma da previdência aconteça. 

    Para isso, vamos primeiro analisar o cenário positivo, em que houve a aprovação. Confira os movimentos de acordo com as classes de ativos:

    Renda fixa

    Com a aprovação da reforma da previdência, os títulos prefixados e os atrelados à inflação sofrem impactos negativos em relação à performance do CDI

    Os títulos que possuem vencimento mais longo tendem a sentir mais o efeito da volatilidade, principalmente com o advento das eleições presidenciais. 

    Para os ativos pós-fixados, o impacto costuma ser menor. Portanto, eles podem ser bons investimentos para ajudar a manter os rendimentos positivos e equilibrar os riscos da carteira. Alguns exemplos são o Tesouro Selic, os CDBs e as LCI/LCAs

    Este também pode ser um bom momento para adquirir os ativos atrelados ao IPCA como, as debêntures incentivadas. Hoje, os preços e o prêmio de riscos estão mais atrativos. 

    Como a taxa Selic e a inflação tendem a se manter baixas por tempo maior, os CRI e CRA entram como novas alternativas para a carteira. 

    Apesar do risco elevado, os rendimentos são altos. Além disso, eles permitem a diversificação, que será essencial para suportar os movimentos causados pelas eleições. 

    Renda variável

    A aprovação da reforma da previdência abrirá ainda mais as portas para a bolsa de valores.

    Em caso de sucesso da reforma, as expectativas de melhora quanto à taxa de juros poderia contribuir para uma nova redução da Selic, contribuindo para uma corrida à renda variável, já que, quanto menor a taxa de juros, menor os rendimentos da renda fixa (seja pós ou pré fixada).

    Os rendimentos tendem a aumentar e os riscos ficam mais brandos. Então, ela pode favorecer as posições em ações e contratos futuros

    Outro ponto são os dividendos. A queda dos juros diminui o endividamento das empresas. Então, há mais dinheiro em caixa e aumento dos lucros que são distribuídos aos acionistas. 

    Com o bom andamento da reforma da previdência, a bolsa de valores poderá chegar a pontuações em torno de 85 mil pontos no final de 2018.

    Este marco quebraria o recorde dos 80 mil atingidos pela Ibovespa no dia 16 de janeiro de 2018, após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2017.  

    E Se Ela Não For Votada em 2018?

    reforma da previdencia e investimentos nao aprovada

    A rejeição da proposta tende a causar volatilidade na bolsa de valores

    Depois de ver o contexto previsto com a aprovação, você precisa conhecer os efeitos que podem ser gerados nos seus investimentos se a reforma da previdência for rejeitada.

    As chances de aprovação tendem a ser baixas devido ao ano eleitoral. Não acreditamos que o mercado esteja esperando uma reforma em 2018, vide a forte alta da bolsa já em janeiro.

    O mercado sim, está bastante atento ao cenário eleitoral e tende a esperar as propostas e medidas quanto à reforma proposta pelo novo presidente

    Confira os impactos nos investimentos: 

    Renda Fixa

    Se a reforma da previdência não for aprovada, a renda fixa será a grande estrela de 2018.

    No caso, será a convergência dos eventos do ano. Então, os investidores tendem a procurar esses ativos como forma de proteção da carteira.

    A probabilidade de aumento dos juros será maior. Logo, os pós-fixados ganham mais atratividade, porque os seus rendimentos aumentam. 

    Os títulos prefixados e pós-fixados também podem ser boas alternativas para aproveitar o aumento dos juros futuros. Porém, o risco associado no médio e longo prazos será alto. 

    Renda variável

    A renda variável pode ter quedas logo no início da reprovação. Para as posições que apostaram na queda da bolsa de valores, como nos contratos futuros, os lucros podem ser bastante atrativos. 

    Com o passar dos dias, a pontuação pode se recuperar. 

    Investir em câmbio pode ser uma boa alternativa para se proteger do "Risco Brasil". 

    Se a reforma da previdência não for aprovada, os mini contratos de dólar e as ações das empresas exportadores podem ser mais procurados. 

    Um dos riscos deste cenário é a saída do capital estrangeiro. Hoje, ele movimenta boa parte das negociações da bolsa de valores, ou seja, seria uma grande perda para o país. 

    Conclusão

    reforma da previdencia e investimentos conclusaoInvista o seu dinheiro e prepare-se para os eventos de 2018

    A reforma da previdência é um dos assuntos mais discutidos atualmente. Com a proximidade das votações, ela ganha ainda mais notoriedade. 

    Hoje, o mercado tem a expectativa de que ela seja aprovada. Isso acontece porque os gastos previdenciários estão aumentando. No futuro, será praticamente impossível sustentá-los.

    Continue a aprender a investir com estes outros artigos do nosso blog:

    Como o pagamento das aposentadorias faz parte da economia, a reforma da previdência impacta os investimentos.

    Dependendo dos resultados da votação de fevereiro de 2018, os investidores podem mudar as suas posições em relação ao momento atual. 

    No cenário da aprovação, a bolsa de valores e os títulos de risco mais altos, como as debêntures incentivadas, os CRI/CRA e os atrelados à inflação, podem ser boas alternativas para a conseguir alta rentabilidade para a sua carteira.

    Se caso acontecer a reprovação, os investimentos em câmbio, COE e renda fixa pós-fixada costumam ser indicadas para assegurar os retornos e diminuir o Risco Brasil. 

    O Tesouro Selic e os fundos de investimentos como os multimercado são ótimas opções em ambos cenários. 

    Para ter acesso a esses ativos, o primeiro passo é abrir a sua conta na Rico. Invista o seu dinheiro agora mesmo e esteja preparado para a reforma da previdência!

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