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    Impacto da Reforma da Previdência nos Investimentos - Onde Aplicar

    by Rico.com.vc | 8 de Março, 2019

    reforma da previdencia e investimentos

    Você sabe qual seria o impacto da reforma da previdência nos seus investimentos?

    A reforma da previdência e os investimentos estão entre as maiores preocupações dos investimentos em 2019. 

    Isso porque, o resultado da sua votação poderá definir o futuro do país e o rendimento dos ativos do mercado financeiro

    Apesar de que a reforma da previdência foi bem recebida pelos analistas e investidores, ela ainda terá que passar pelo Congresso e Senado, ou seja, está sujeita a mudanças e votações. 

    Portanto, a primeira recomendação é: esteja preparado e atento às oportunidades. 

    Neste artigo, você vai entender a ligação entre a reforma da previdência e os investimentos.

    Bem como, os melhores ativos para investir agora com segurança e rentabilidade no cenário atual. Veja o que preparamos para você:

    • Panorama sobre a reforma da previdência
    • O que muda com a reforma da previdência?
    • Sistema atual x com reforma
    • Como a reforma da previdência impacta os investimentos
    • O que o investidor deve fazer se a reforma da previdência for aprovada?
    • Exemplos de mudanças nos investimentos com a aprovação da reforma
    • Planeje a sua aposentadoria com a ajuda de especialistas

    Se você tiver qualquer dúvida, deixe um comentário no final da página.

    Boa leitura!

    Panorama Sobre a Reforma da Previdência 

    reforma da previdencia e investimentos introducaoO O mercado quer a aprovação das mudanças estruturais

    Entender o que é a reforma da previdência é essencial para fazer bons investimentos em 2019, pois ela deverá impactar no mercado financeiro. 

    A medida foi colocada como uma das prioridades do governo de Jair Bolsonaro e poderá ser votada até agosto deste ano. 

    Basicamente, a reforma da previdência visa ajustar o sistema previdenciário atual, datado de 1988. Apesar das mudanças realizadas nos mandatos anteriores, o rombo em 2018 chegou a R$ 290,2 bilhões

    A tendência é de que este déficit aumente nos próximos anos. De acordo com a Consultoria Legislativa do Senado, em 2026, as despesas com as aposentadorias deverá consumir cerca de 80% do orçamento federal. 

    Por isso, a aprovação da reforma da previdência é vista como uma das alternativas para a recuperação sólida do país. 

    Cenário da reforma da previdência em 2019

    É preciso entender que a proposta atual pretende frear o rombo. Segundo os cálculos apresentados pelo governo, a economia estimada é de R$ 1,16 trilhão em 10 anos. 

    O mercado a tem visto como uma reforma mais robusta e abrangente do que a do governo Temer. Em muitos casos, há o corte de privilégios. 

    Ela é apresentada em um momento crucial para o Brasil. Atualmente, o país está em crescimento e há expectativas positivas para 2019, em relação ao PIB, diminuição do desemprego e juros sob controle. 

    Por outro lado, a reforma da previdência, ao passar pelo Congresso e Senado pode sofrer alterações, como ocorreu na proposta anterior. 

    Além disso, há o texto voltado aos militares que deverá ser apresentado por volta de março de 2019. 

    Então, o cenário atual da reforma da previdência ainda é incerto, pois não é possível saber se a proposta final será tão profunda quanto a atual. 

    Lembrando: Como foi o cenário da reforma da previdência em 2018

    Em 2016, durante o governo de Michel Temer, foi apresentada uma proposta para a reforma de previdência. 

    Assim como a atual, ela foi vista com bons olhos pelo mercado. Mas, esbarrou em diversos fatores que levaram à sua arquivação em 2018. 

    As causas principais foram a quantidade de votos insuficientes, falta de apoio popular e a intervenção federal no Rio de Janeiro. 

    Afinal, o Que Muda Com a Reforma da Previdência?

    A reforma da previdência tem como principal objetivo reduzir o seu déficit atual e futuro.

    Além disso, ela deverá modernizar o sistema previdenciário, tornando-o mais compatível com a expectativa de vida no Brasil. 

    Como sabemos, a população brasileira está envelhecendo e a população economicamente ativa não têm conseguido sustentá-lo.

    Atualmente, o gasto com o pagamento das aposentadorias é maior do que o arrecadado dos trabalhadores.   

    Em apenas um ano, o rombo da previdência aumentou em cerca de 8%. O maior responsável pelo crescimento das despesas foram os pagamento para os aposentados do setor privado, que subiram 7%. 

    Com este ritmo de crescimento das faixas etárias, as projeções indicam que as gerações atuais vão receber muito menos que os aposentados de hoje. 

    A reforma da previdência vem justamente para evitar esse cenário futuro. A proposta é adequar o tempo de serviço às expectativas de vida atuais dos brasileiros. 

    Além disso, um dos objetivos é um cálculo de valor da aposentadoria mais justo. Para você ter ideia, o teto atual é de R$ 5.400,00, que é recebido por apenas 5% do total. Por outro lado, 80% dos aposentados têm acesso a um salário mínimo.

    Na economia, a reforma da previdência influenciaria na retomada da atividade, principalmente no equilíbrio das contas públicas e no crescimento do PIB.

    Outro ponto a favor dela é a manutenção dos baixos juros. A expectativa do mercado é de que a taxa Selic continue no patamar de 6,50% ao ano. Já a inflação tenderá a cair abaixo dos 3,50% a.a.

    Além disso, a reforma da previdência poderá aumentar a confiança do empresariado nacional e estrangeiro, o crescimento poderia ser mais forte, o que atrairia mais investidores para o país. 

    Após o Fórum Econômico Mundial de Davos, os investidores internacionais e outras nações aguardam os ajustes do sistema previdenciário para retornar o interesse ao Brasil.

    No cenário atual, onde não há certeza sobre a aprovação da reforma, muitos estrangeiros ainda veem riscos elevados no país.  

    O câmbio também poderá sofrer influência. A projeção é de que ele fique mais equilibrado e o Brasil seja visto como capaz de controlar os gastos públicos. 

    Sistema Atual x Com a Reforma

    reforma da previdencia e investimentos impacto

    Haverá mudanças em todas as áreas

    A aprovação da reforma da previdência é vista como essencial para a recuperação do Brasil.

    Para entender o porquê disso, você precisa conhecer as diferenças entre o sistema previdenciário atual e com a reforma. Confira:

    Idade mínima para trabalhadores do setor privado e servidores públicos

    • Regra atual: para os homens a idade mínima é de 65 anos e para as mulheres é 60. Para os servidores a é 60 anos para os homens e 55 para as mulheres.
    • Nova regra: para os trabalhadores do regime privado e público, a idade mínima será de 65 anos. Já para as mulheres de ambos regimes de trabalho, a idade mínima são 62 anos. 

    Idade mínima para policiais, federais, agentes penitenciários e socioeducativos

    • Regra atual: por tempo de contribuição.
    • Nova regra: para homens e mulheres, a idade mínima para se aposentar será de 55 anos.
    • Nova regra: não há idade mínima, mas o tempo de contribuição. Para os trabalhadores urbanos, homens e mulher, tempo mínimo de 20 anos. Já os servidores públicos, homens e mulheres, deverão contribuir por, no mínimo, 25 anos. 

    Idade mínima para professores

    • Regra atual: hoje, a idade é de 55 anos para os homens e 50 anos para as mulheres.
    • Nova regra: a idade mínima para os professores será de 60 anos para ambos sexos.

    Idade mínima para trabalhadores rurais

    • Regra atual: hoje, a idade é de 60 anos para os homens e 55 anos para as mulheres.
    • Nova regra: a idade mínima de 60 anos para ambos sexos. 

    Tempo de contribuição para os trabalhadores do setor privado

    • Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.
    • Nova regra: 20 anos para a aposentadoria parcial (60%) e 40 anos receber a totalidade do benefício.

    Tempo de contribuição para os servidores públicos

    • Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.
    • Nova regra: 25 anos para obter a aposentadoria parcial (%60) e 50 de contribuição para a total.  

    Cálculo da aposentadoria

    Outro ponto que muda com a reforma da previdência é o cálculo do valor da aposentadoria. A regra atual depende do tipo escolhido. 

    No tempo de contribuição, tem a famosa regra 85/95, que dá direito à parcela total. Há também o fator previdenciário que diminui a alíquota recebida. 

    Já no critério da idade mínima, o aposentado recebe 70% da média dos salários atuais mais 1% por cada ano pago à previdência. 

    A reforma da previdência propõe o desuso da regra 85/95 e do fator previdenciário. Para receber 100% da aposentadoria é necessário contribuir por 40 anos. 

    Caso contrário, recebe-se o valor parcial, que por sua vez, inicia em 20 anos de contribuição com 60% dos ganhos médios dos anos trabalhados.

    A cada ano a mais contribuído, o valor da aposentadoria sobe 2%. Então, para receber 100%, o contribuinte terá que pagar a previdência por 40 anos. Se contribuir mais, poderá receber acima de 100%. 

    Regras de transição

    Uma das dúvidas mais frequentes sobre a reforma da previdência são as regras de transição.

    A maioria dos trabalhadores atuais iniciou no regime atual e será submetido ao novo. Já quem entrar agora, terá a oportunidade de escolher um sistema de capitalização para própria previdência. 

    Veja as propostas:

    • Transição 1 - Tempo de contribuição + idade: será uma regra semelhante à atual, a fórmula 86/96. O trabalhador será que alcançar uma pontuação entre a sua idade e o tempo de contribuição. 
    • Transição 2 - Tempo de contribuição + idade mínima: A idade mínima para os homens será de 65 anos e para as mulheres, 62 anos. O tempo de transição ficará em 8 anos para os homens e 12 para as mulheres.
    • Transição 3 - Tempo de contribuição: esta regra será aplicada apenas aos trabalhadores que necessitam de cerca de 2 anos para completar o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 para as mulheres. Neste caso, haverá um pedágio de 50% sobre o tempo restante. Assim, se uma pessoa necessita de 2 anos para se aposentar, terá que trabalhar 3 anos. 

    Benefício de Prestação Continuada (BPC)

    Na proposta da reforma da previdência, os idosos terão que aguardar até os 70 anos para receber o BPC. Para os deficientes, as regras continuam as mesmas. 

    O governo propõe o pagamento de R$ 400,00 mensais a partir dos 60 anos para pessoas com renda mensal per capita inferior a 1/4 do salário mínimo. 

    Multa de 40% do FGTS

    A proposta prevê que o empregador não terá mais a obrigação do pagamento de 40% sobre o saldo do FGTS para os empregados já aposentados pela Previdência Social. Ele também não será mais obrigado a recolher o FGTS destes trabalhadores. 

    Criação do um novo sistema de capitalização

    A reforma da previdência também abre a oportunidade ao trabalhador de escolher como a sua aposentadoria será capitalizada. Isso será válido apenas aos que iniciarem no novo regime. 

    Apesar de que o sistema não foi detalhado, a expectativa é de que bancos e empresas que ofereçam previdências privadas possam competir com o sistema de captação atual.

    Desta forma, o trabalhador poderá escolher o mais conveniente às suas necessidades. Já o INSS deverá se adequar à concorrência e oferecer serviços de melhor qualidade. 

    Mudança na alíquota 

    A proposta enviada ao Congresso prevê mudança na cobrança da alíquota de contribuição previdenciária. 

    Basicamente, quem ganha mais, terá que pagar uma fatia maior para receber a aposentadoria. 

    Além disso, foram criadas mais faixas de contribuição em relação aos salários. Para os trabalhadores do regime privado, atualmente, funciona da seguinte forma

    Faixa salarial  Alíquota 
    Até R$ 1.751,81 8%
    De R$ 1.751,82 até R$ 2.919,72 9%
    De R$ 2.919,73 até R$ 5.839,45 11%

    A reforma da previdência prevê as seguintes mudanças:

    Faixa salarial Alíquota
    Até R$ 998,00 7,5%
    De R$ 998,01 até R$ 2 mil 7,5% a 8,25%
    De R$ 2.001 até R$ 3 mil 8,25% a 9,5%
    De R$ 3.001 até R$ 5.839,45 9,5% a 11,68%


    Como a Reforma da Previdência Impacta Seus Investimentos

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    Todos os investimentos estão sujeitos aos efeitos das mudanças

    Agora que você já conhece o panorama atual da reforma da previdência, vamos mostrar os impactos que ela pode gerar nos seus investimentos. 

    Para isso, pedimos a opinião do nosso time de analistas. Saiba mais de acordo com a modalidade:

    Renda fixa

    A reforma da previdência pode ter impacto sobre os juros futuros da renda fixa. Eles são precificados de acordo com as expectativas dos investidores. 

    Se tiver riscos de que ela não seja aprovada, o prêmio oferecido deverá ser maior que o atual para compensar o investimento. 

    De forma geral, quanto maiores os juros futuros, menor será o preço dos títulos e mais alta a taxa de rentabilidade exigida. Esse efeito é visto nos títulos atrelados à inflação e nos prefixados. 

    Os papéis pós-fixados podem sofrer alterações na taxa de retorno. Eles pagam um percentual de um indexador da economia, por exemplo, a taxa Selic ou o CDI

    Se o indicador aumentar, os rendimentos seguem a mesma trajetória e vice-versa.

    Renda variável

    A renda variável é bastante sensível às notícias sobre a reforma da previdência. Para o mercado, a aprovação dela é crucial para o desenvolvimento do país. 

    Caso a proposta seja aprovada, como nos moldes atuais, é possível que alguns ativos desta categoria sejam valorizados, principalmente ao longo de 2019. 

    Porém, a tendência é de que a volatilidade aumente à medida em que novas movimentações no Congresso e Senado ocorram. 

    Se a proposta atual sofrer desidratações, como aconteceu na anterior, o mercado poderá agir em ritmo de venda de ativos, pois o risco tende a aumentar e as projeções informadas cairão em descrédito. 

    Em um cenário em que a reforma da previdência não seja aprovada, a renda variável pode vir a sofrer quedas, especialmente no curto prazo. 

    Por outro lado, os ativos relacionados ao câmbio devem se valorizar, pois a moeda norte-americana se tornará mais forte.

    Portanto, o cenário exige cautela e atenção às oportunidades que podem surgir até meados de agosto, em que, há previsão para a votação da proposta no Congresso. 

    Fundos de Investimentos

    Alguns Fundos de Investimentos também tendem a passar por um período de volatilidade, devido ao possível impacto no câmbio, nos juros e na renda variável em relação às demais aplicações.

    As carteiras que possuem maior diversificação tendem a sofrer menos. 

    Entretanto, os gestores de fundos podem obter “seguros”, de modo que, caso os rendimentos da renda fixa caiam, os da renda variável aumentam e vice-versa, atuando como uma espécie de proteção ao investidor.

    Portante, independente dos cenários, eles podem ser boas alternativas. É por esse e outros motivos que os fundos de investimentos estão na nossa lista dos melhores investimentos de 2019

    O Que o Investidor Deve Fazer Se a Reforma da Previdência For Aprovada

    reforma da previdencia e investimentos aprovacao

    A aprovação é favorável aos investimentos

    Agora que você já sabe que a reforma da previdência e os investimentos estão diretamente relacionados, chegou a hora de entender como o investidor deverá agir em caso da aprovação da proposta atual. 

    Para ajudá-lo, trazemos dicas matadoras de acordo com cada perfil de investidor. Veja e esteja preparado desde já:

    1. Perfil conservador

    Como os juros futuros tendem a cair, os investimentos de renda fixa híbridos e prefixados podem sofrer quedas nos rendimentos. 

    Então, uma das alternativas pode ser buscar proteção no Tesouro Selic e em ativos ligados ao DI, como os fundos de investimento DI. 

    Segundo as projeções do mercado, a taxa Selic deverá permanecer baixa. Porém, se a inflação subir, o Banco Central terá que aumentar os juros para evitar descontroles. 

    Assim, os investimentos atrelados à taxa básica de juros e ao CDI tendem a ser boas opções para fazer o dinheiro render, sem grandes oscilações. 

    Os Fundos de Renda Fixa podem ser escolhas assertivas para os investidores de perfil conservador. Isso porque, a maioria das carteiras são compostas por títulos do Tesouro Direto. 

    Assim, o risco pode ser menor e investir com ajuda profissional pode ser ideal aos que priorizam a segurança nos investimentos. 

    Outra forma de investir com rentabilidade é optar pelos investimentos voltados para o médio e longo prazos.

    Assim, é possível encontrar taxas de rendimento mais atrativas, sem abrir mão da segurança e estabilidade oferecida pela renda fixa.

    2. Perfil moderado

    O investidor moderado poderá se beneficiar com os movimentos da reforma da previdência nos investimentos. 

    Isso porque, é possível utilizar a estratégia da diversificação para ganhar mais e diminuir os riscos dos ativos financeiros. 

    Na renda fixa, os ativos atrelados ao CDI podem ser escolhas assertivas. As debêntures também devem se tornar mais atrativas, principalmente, as incentivadas. 

    Lembre-se de que esta categoria de debênture possui isenção de tributos. Então, ela deve ser uma boa alternativa para os investidores que desejam investir sem taxas. 

    A queda nos juros tende a favorecer o investimento em ações. Neste caso, é possível aumentar a proporção da renda variável na sua carteira. Mesmo assim, respeite o seu perfil de investidor. 

    Para os moderados, o ideal é possuir entre 10% a 50% do capital nesta categoria de aplicações financeiras. 

    Caso a reforma da previdência seja aprovada, aos ativos ligados ao cenário interno, como papéis do varejo, indústria automotiva e consumo imediato podem ser alternativas rentáveis.

    Outra opção para os investidores moderados tende a ser um Fundo Multimercado. Se o seu foco é diversificar, ele costuma ser o ativo ideal. 

    Geralmente, a carteira possui investimentos de renda fixa e variável. O rendimento pode ser acima dos índices do mercado. 

    Portanto, um Fundo Multimercado tende a oferecer bons resultados através de gestão profissional. O melhor de tudo é que você terá acesso a todos estes benefício com apenas uma cota. 

    3. Perfil arrojado

    A reforma da previdência deverá beneficiar os investimentos de renda variável, como o desejado pelo investidores arrojados.

    Neste cenário, é possível ter rendimentos com contratos futuros de queda do dólar. 

    As ações também podem se valorizar, pois o risco-Brasil tende a diminuir. Então, as oportunidades de fazer operações bem sucedidas no day trade devem aumentar. 

    Para o investidor arrojado, há possibilidades de aumentar a exposição em ativos ligados ao consumo interno.

    Além disso, as commodities brasileiras podem se fortalecer. O Brasil tem se aproximado de outras nações. Assim, é possível que estes produtos sejam mais exportados do que atualmente. 

    O investidor arrojado também deve apostar em Fundos Multimercado, principalmente, os que possuem maior proporção em ações e opções. 

    Há também a possibilidade de operar com as Small Caps, que são empresas de menor capitalização na bolsa. 

    Caso a reforma da previdência seja aprovada, há possibilidade de que estas empresas pouco conhecidas entre no radar dos investidores. 

    Além disso, as ações das Small Caps costumam custar menos do que as mais negociadas da bolsa de valores

    Então, esta pode ser a oportunidade de fazer o seu dinheiro crescer através da valorização de empresas pouco visadas.

    Há casos de Small Caps que obtiveram crescimento mais atrativo do que o índice Bovespa.

    Já Tem Aplicações? Veja Exemplos de Mudanças de Investimentos por Conta da Reforma da Previdência

    A reforma da previdência já impacta os investimentos. Desde o dia da apresentação da proposta, o mercado já precifica as expectativas. 

    Se você já investe, é essencial está atento às possíveis mudanças que podem ocorrer ao longo deste ano. 

    Na renda fixa, a tendência é que os investidores migrem para ativos indexados ao CDI, pois a inflação deverá reduzir até o próximo ano. 

    Os investimentos de renda variável podem ser boas alternativas para fazer o dinheiro render caso a reforma da previdência seja aprovada. 

    Então, é possível ajustar a sua carteira com ativos desta categoria, por exemplo, aumentar a exposição em ações em relação às aplicações de renda variável.

    Uma boa alternativa para fazer mudanças sem prejudicar o seu patrimônio, é optar pelos Fundos de Investimentos. 

    Geralmente, eles costumam oferecer bons rendimentos e o grau de risco depende dos ativos que o compõe. 

    Digamos que você deseja rentabilidade próxima de 100% do CDI. Então, um Fundo de Renda Fixa com objetivo nesta taxa poderá ser uma boa alternativa.

    Como o cenário ainda não está definido, o ideal é diversificar. Desta forma, você deverá estar preparado caso a reforma seja ou não aprovada. 

    Portanto, se você ainda não fez mudanças na sua carteira de investimentos, agora pode ser o melhor momento para ajustá-la. 

    Lembre-se de que manter todos os ovos na mesma cesta não tende a ser uma boa prática, principalmente, quando se fala no próprio dinheiro.

    Então, siga as dicas deste artigo e faça as mudanças conforme o seu perfil de investidor. 

    Investimentos que podem ser prejudicados com a reforma

    Apesar de que a reforma da previdência tende a beneficiar a maioria dos investimentos, alguns deles podem ter rendimentos menores em caso de aprovação. 

    Entre eles, temos os ativos relacionados ao dólar, como as ações de exportadoras, contratos futuros de câmbio e a própria moeda. 

    Caso a reforma seja aprovada, a tendência é de que o real se fortaleça frente ao dólar. Assim, estes investimentos podem sofrer quedas no curto prazo. 

    Por outro lado, a moeda norte-americana deve estar presente nas carteiras dos investidores, pois não há como prever fatos inesperados na economia e política brasileira.

    Na renda fixa, os prefixados podem sofrer quedas mais abruptas, principalmente, os ligados à juros longos. 

    Caso a reforma seja aprovada, as taxas de rentabilidade oferecidas devem cair no curto prazo. 

    Os títulos indexados ao IPCA podem também sofrer quedas. Porém, eles ainda continuam como boas alternativas para os investidores que buscam manter o poder de compra no futuro. 

    Planeje sua Aposentadoria com a Ajuda de Especialistas

    Depender apenas do regime previdenciário, mesmo com a reforma da previdência, não costuma ser um bom negócio. 

    Geralmente, os valores da aposentadoria são baixos em relação às despesas que podem aparecer ao longo da vida. 

    Segundo uma pesquisa realizada pelo SPC Brasil e CNDL, referente à dezembro 2018, cerca de 21% das pessoas que já se aposentaram continuam trabalhando. 

    Destes 21%, 47% revelou que permanece no mercado de trabalho porque o valor da aposentadoria é insuficiente para pagar as contas. 

    Portanto, é preciso se planejar. Neste ponto, a reforma da previdência e os investimentos podem caminhar juntos. 

    O ideal é começar a investir agora mesmo, pois quanto mais cedo juntar dinheiro, o montante deverá ser maior. 

    Na Rico, você pode aplicar com foco na sua aposentadoria com ajuda profissional, através das nossas Carteiras Recomendadas

    Oferecemos a todos os nossos clientes diversos portfólios, como o de ações 8+ e o de Fundos Imobiliários

    Além disso, disponibilizamos os melhores ativos do mercado para fazer o seu dinheiro render cada vez mais. 

    A ajuda profissional poderá fazer toda a diferença para o seu futuro. Tenha em mente que é possível investir e obter uma renda dos seus ativos, como as ações que pagam dividendos e os aluguéis mensais dos Fundos Imobiliários.

    Para aprender a investir com foco na previdência, temos também a Investv. Aqui, você encontrará a programação certa para conhecer tudo sobre o mercado financeiro. 

    Todas essas vantagens são 100% gratuitas. Basta abrir a sua conta e acessá-las. 

    Então, não espere a reforma de previdência, a hora de investir para a sua aposentadoria é agora!  

    Conclusão

    reforma da previdencia e investimentos conclusao

    Invista o seu dinheiro e prepare-se para os eventos de 2018

    A reforma da previdência impacta os investimentos e a sua vida. Por isso, é fundamental conhecer os pontos da proposta e saber como se posicionar financeiramente. 

    Hoje, o mercado tem a expectativa de que ela seja aprovada. Isso acontece porque os gastos previdenciários estão aumentando. No futuro, será praticamente impossível sustentá-los.

    Continue a aprender a investir com estes outros artigos do nosso blog:

    Dependendo dos resultados da votação, o mercado poderá mudar as suas posições. Em caso de aprovação, as ações tendem a ser as mais beneficiadas. 

    Se a reforma da previdência não for aprovada, a renda fixa pode ser a melhor escolha para fazer o dinheiro render. 

    Uma das melhores estratégias para se proteger e planejar a sua aposentadoria, tende a ser a diversificação. 

    Assim, é possível ter mais equilíbrio e minimizar os riscos que poderão aparecer durante o ano. 

    Para investir com foco na sua aposentadoria, o primeiro passo é abrir a sua conta na Rico. Aqui, você terá à disposição os melhores ativos do mercado e ainda contará com todo o suporte do nosso time de especialistas. 

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    Topics: Economia e Análises

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