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    Por que 2016 é o ano da Renda Fixa?

    by Roberto Indech | 15 de Março, 2016

     

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    Já chegamos a meados de março e com passar deste início de ano no país, a discussão política se intensifica fortemente, especialmente em decorrência do prosseguimento das fases da Operação Lava Jato pela Polícia Federal, da perspectiva cada vez mais iminente da queda (saída) da presidente Dilma e da crise econômica, que assola o Brasil.


    Por outro lado, um segmento que cresce a taxas enormes é o de investimentos em renda fixa, passando longe das crises mencionadas. E este fato tem razão de ocorrer, como irei relatar a seguir.

    Diante do cenário descrito, mesmo com a economia podendo atingir crescimento negativo em dois anos consecutivos, o que não ocorria há décadas no país, a taxa de juros, a Selic, permanece inalterada desde julho de 2015 e deve permanecer neste mesmo patamar, enquanto a inflação medida pelo IPCA, que atingiu 10,7% no ano passado, deve ficar entre 7,5% a 8,0% neste ano, ainda bem acima da mediana proposta pelo Banco Central, que é de 4,5% ao ano.

    Desta forma, pelo cálculo de rendimento atual, a poupança também deve ficar com sua rentabilidade próxima a 8% em 2016. E aí que chegamos na cereja do bolo, a atratividade dos ativos de renda fixa, como os títulos do Tesouro Direto ou as Letras de Crédito Imobiliária e do Agronegócio e se estendendo aos Certificados de Recebíveis, que também podem ser de ambos os setores citados.

    Pelos dados acima é possível ver que assim como a rentabilidade da poupança ficou abaixo da inflação em 2015, também deve se configurar em 2016. Assim sendo, quem tem dinheiro alocado na poupança está deixando de ganhar e obtendo perdas reais de valor.

    Para aqueles que investem em títulos do Tesouro Direto, o ano pode continuar sendo bastante significativo, com alto retorno e baixo risco – mesmo para aqueles que ainda tem dúvida de um eventual calote, o que já descrevemos neste mesmo blog nossa percepção -  também como foi em 2015.

    Independente dos títulos, sejam aqueles que são indexados ao CDI (taxa de referência da taxa de juros) ou a inflação (IPCA), a rentabilidade dos ativos tem sido significativa e devem permanecer como tal em 2016.

    Mesmo em caso de recuo da taxa de juros, o que inclusive alguns analistas já começam a citar para o ano, a atratividade continua elevada e não há possibilidade de perda do capital investido em Tesouro Selic, LCI e LCA. O que pode ocorrer é a taxa render menos de forma diária, diante do cálculo realizado.

    Portanto, para você que olha investimentos a curto prazo e com necessidade de liquidez diária, nossa recomendação seria investir nos títulos do Tesouro Selic, cujo título acompanha a variação da taxa de juros do país.

    Caso possa deixar os recursos alocados sem a necessidade de retirada por prazo determinado, sugiro LCI/LCA, pela isenção de Imposto de Renda a pagar sobre os rendimentos no investimento, o que torna ainda mais atraente investir nessa modalidade de investimento.

    Já para aqueles que olham um pouco mais frente, no estilo médio/longo prazo, minha recomendação seria aportar no Tesouro IPCA, cujo vencimento é em maio de 2019. Este último, vale colocar, rende um prêmio conhecido no ato da compra somada a inflação (IPCA) no período. 

     

    Roberto.bmp

    Roberto Indech
    Analista de Investimentos na Rico

     

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