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    Novos Circuit Breaker à vista?

    by Rico Matinal | 16 de Março, 2020

    Esse é o Rico Matinal de hoje, relatório diário escrito pelos analistas da Rico Thiago Salomão, Matheus Soares e Lucas Collazo e disponível a todos os nossos clientes.

    Surgeons washing their hands in a hospital while smilingA semana já começa carregada de notícias negativas, que estão fazendo os índices  futuros americanos atingirem o limite máximo de queda de 5%, as bolsas europeias caírem 7% e o EWZ (fundo de índice negociado nos EUA que acompanha empresas brasileiras) marcar queda de 15%. Novos "Circuit Breakers" à vista? É bem provável que sim.

    A notícia mais importante (e alarmante) deste fim de semana foi a ação coordenada dos Bancos Centrais para conter os impactos do coronavírus. O maior dos BCs, o Federal Reserve, anunciou um corte extraordinário de 100 pontos-base na taxa de juros dos EUA, reduzindo-a de para 0%-0,25% ao ano (por lá eles trabalham com 'bandas' de juros), além de também dizer que injetará US$ 700 bilhões adicionais ao plano trilionário de injeção de capital anunciado semana passada.

    Se por um lado uma ação enfática do Fed mostra que eles não vão medir esforços para enfrentar os problemas de curto prazo, por outro lado todo esse imediatismo (lembrando que o Fed teria reunião nesta quarta, mas 'antecipou' as medidas para domingo - ou seja, nem pode esperar 3 dias para isso) passa para o mercado a sinalização de que o Fed pode "estar vendo algo que os investidores ainda não viram" (inclusive escrevemos sobre isso no Rico Matinal de semanas atrás, quando o Fed também fizera um anúncio inesperado de corte de juros).

    Como "incerteza" soa como um palavrão no mercado e com os investidores já sensíveis aos acontecimentos das últimas semanas, vemos o "modo pânico" voltar às bolsas hoje.

    O Salomão comentou sobre essa e outras notícias ontem a noite numa live no Instagram. Clique na imagem para assisti-la ou dê um pulo no @_salomoney antes do pregão abrir.

    Live de domingo no Instagram do Salomoney

    Infelizmente, não foi apenas o "efeito reverso" das ações do Fed que panicou o mercado de ontem pra hoje:

    - Arábia Saudita pretende vender petróleo a US$ 25/barril para os clientes da Rússia, em mais uma ação no meio da "guerra de preços" que estamos vendo nesse mercado e já chacoalhou bastante as bolsas semanas atrás (caso você esteja perdido neste assunto, deixo aqui o "Stock Pills" que fizemos com o Ricardo Kazan, da Novus Capital, que em 7 minutos explicou tudo que está acontecendo neste mercado)

    - No Brasil, enquanto todo mundo se mobiliza para conter os avanços do coronavírus, Jair Bolsonaro foi às ruas para saldar manifestantes de ato pró-governo. Foi duramente criticado por Rodrigo Maia, Alcolumbre e outros políticos. Péssimo momento para nova instabilidade política, já que a agenda econômica de Guedes pode ficar ainda mais em segundo plano diante de tudo isso.

    - Ainda sobre Brasil, especula-se que o Copom vai 'copiar' o Fed e também não vai esperar por 4ª feira para anunciar um corte na Selic. Além disso, ele pode trazer medidas para estimular a economia e controlar o câmbio. Sobre Copom: é consenso que teremos um corte de pelo menos 50 pontos-base, mas não será surpresa se nosso BC acelerar o passo para seguir o ritmo dos BCs globais.

    Insight Rico: Água + sabão é melhor que álcool gel

    (por Thiago Salomão)

    Meu fim de semana consistiu em consumir obcecadamente tudo que foi produzido no mercado financeiro (e fora dele também) sobre coronavírus. Serei muito sucinto pois o Resumo do Dia já foi bem completo e o dia de hoje exige gastarmos bem nossos minutos.

    Terminei o fim de semana com uma ideia fixa: lavar as mãos com água e sabão é mais eficaz do que usar álcool gelE essa frase vale tanto para saúde quanto para os investimentos.

    Apesar da 'modernidade' do álcool gel, infectologistas alertam que o que de fato nos protege é a tradicional lavagem das mãos e pulsos com água e sabão (recomenda-se que lave por 20 segundos para ter proteção completa).

    Trazendo esse paralelo ao mercado financeiro: sou super adepto às novidades oferecidas para os investidores e quanto mais "álcool gel" (que seriam os 'novos produtos' oferecidos) eles tiverem, melhor. Mas a diversificação seria para mim o "lavar as mãos", que é aquele hábito bem antigo mas que sempre funcionou - e deve funcionar para sempre.

    [fique a vontade de pausar a leitura e ir lavar as mãos]

    Agora olhando para o mercado: a leitura mais legal que fiz nesse fim de semana foi um relatório publicado pela equipe de análise da XP chamado "A crise  mais rápida da história". Os 13 minutos de leitura valem a pena, mas para os imediatistas eu deixo aqui os pontos que achei mais interessantes:

    - Nossa crise atual demorou 16 dias para atingir quedas superiores a 20% (limiar que caracteriza um "bear market", ou mercado de baixa na tradução livre). Como comparação, a crise mais grave da história dos mercados, em 1929, demorou 35 dias, e a crise do subprime de 2008 (nossa última grande crise) atingiu esses patamares em 4 meses.

    - Comparando o comportamento do Ibovespa em outras crises, podemos dizer que as coisas podem piorar antes de melhorarPegando as palavras de Fernando Ferreira (estrategista-chefe da XP, que assina o relatório): "Com base nas quedas históricas passadas geradas por recessões globais, acreditamos que a Bolsa brasileira poderia cair pelo menos mais 10-15%, chegando a 62.000-65.000 pontos, caso padrões similares à crises passadas ocorra novamente."

    - fazendo uma análise de múltiplo do Ibovespa, comparando os valores atuais de P/L (Preço/Lucro) e P/VP (Preço/Valor Patrimonial) com os patamares que esses múltiplos bateram nas últimas crises, a queda do Ibovespa pode ser ainda pior, podendo chegar a algo entre 50 mil e 46 mil pontos (isto se o múltiplo atual convergir para os níveis alcançados nas crises).

    Nova call to action

    É hora de pânico ou hora de ir às compras?

    O recado final do deixou do relatório é bem parecido com o que temos dito desde semana passada: para quem tem horizonte de longo prazo, muitas ações podem ter aberto oportunidades interessantes de compra (se você tiver em mente que essas empresas vão 'sobreviver' a essas crises). No entanto, o momento atual ainda é bem negativo e até irracional - e em tempos de irracionalidade, é nítido que os investidores perderam a percepção entre "preço de uma ação" e "valor de uma empresa".

    Para refletir: preparei uma "thread" no meu twitter com as frases mais marcantes que ouvi ao longo da semana passada. Deixo o link aqui para quem não viu, espero que traga conforto aos investidores.

     

    Esse foi o Rico Matinal de hoje, relatório diário escrito pelos analistas da Rico Thiago Salomão, Matheus Soares e Lucas Collazo e disponível a todos os nossos clientes.

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    Topics: Rico Matinal

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