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    Nova decisão da taxa Selic. O que esperar e onde investir?

    by Gloria Maciel | 26 de Abril, 2016

    Nesta quarta feira, 27 de abril, o Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central deverá anunciar novamente a decisão sobre o rumo da taxa de juros do país para os próximos 45 dias, data da próxima reunião, a ser realizada no mês de junho. E, salvo qualquer surpresa, a taxa de juros, a Selic, deverá ser mantida em 14,25% ao ano. No entanto, o mercado já começa a projetar uma forte baixa dos juros no país para as próximas reuniões ao longo do ano.

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    Por outro lado, muito se aguarda sobre a nova equipe econômica do governo que deverá compor o eventual e quase iminente governo Michel Temer. Diante das sinalizações, nomes renomados e de forte credibilidade tem sido especulados, como Arminio Fraga, Henrique Meirelles, Paulo Rabello de Castro, entre outros além dos políticos José Serra e Paulo Hartung (Governador do Espírito Santo).

    Para assumir a cadeira do Banco Central, no lugar de Alexandre Tombini, a história se repete e muitos nomes “fortes” também já foram ventilados como Mario Mesquita, Ilan Goldfajn e Carlos Kawall, todos atualmente economistas de grandes instituições financeiras. Por estas razões e indefinições até o presente momento, as quedas previstas para a taxa Selic podem ficar apenas para quando o governo Temer já estiver consolidado e que pode já ser para a reunião de junho ou até mesmo apenas para julho.

    Outros fatores interessantes a acompanhar para esta decisão é no que tange a dúvida de como ficará o desenrolar da crise econômica do país e os impactos no patamar do dólar - diante inclusive da perspectiva de elevação da taxa de juros nos EUA - e que detêm grande peso na inflação do país, o IPCA – indicador oficial de inflação do Brasil – que tem apresentado, semana a semana, segundo boletim Focus do Banco Central, a aproximação, cada vez mais, para o teto da meta estipulado pelo governo ainda em 2016 que é de 6,5% ao ano. Ainda há também a necessidade de acompanharmos os preços da gasolina e energia elétrica.

    No geral, pelo que podemos observar, independentemente de todo o cenário descrito acima, alguns economistas já conseguem inclusive enxergar a taxa de juros do Brasil recuando para apenas um dígito no curto prazo (cerca de 1 ano), convergindo com o cenário de inflação em queda. Como expectativa concreta, para o final de 2016, a Selic poderia recuar para entre 12% a 12,5%. Essa discussão ainda é polêmica pois como podemos verificar, as diferenças de pensamentos ainda são relevantes se há ou não espaço para uma queda agressiva dos juros neste pequeno espaço de tempo.

    Mas e então, como reagiremos e quais recomendações faríamos neste momento?

    Para o curto prazo, seguimos sugerindo, para aqueles que precisam de liquidez diária, os títulos do Tesouro Selic, que seguem a variação da taxa de juros do país.

    Uma das perguntas mais recorrentes nos últimos dias tem sido, se com essa expectativa de queda, o investidor poderia perder dinheiro nesta modalidade de investimento. A mais simples explanação é que o Tesouro Selic apresenta rendimento diário e para simplificarmos, passo aqui uma conta simples e aproximada do valor exato: taxa Selic (14,25% no momento) / número de dias úteis no ano (252), trazendo o resultado dia a dia. Portanto, com uma queda da taxa de juros concretizada, o rendimento da aplicação seria menor diariamente e o investidor não perderia dinheiro com esta alteração.

    Para o médio e longo prazo, nossa recomendação continua sendo no Tesouro IPCA, especialmente com vencimento em 2019, para proteção contra eventual alta da inflação e também pela manutenção do poder de compra no período.

    E por que o vencimento mais indicado seria o mais curto dentre estes indexados a inflação? Porque enxergamos que as modificações de cenário no país tem sido grandes em um curto espaço de tempo ao longo dos últimos anos e pela possibilidade de, em três anos, aparecerem ativos mais interessantes para investimentos.

    Para finalizar, nossa recomendação seria manter os títulos do Tesouro IPCA até o vencimento pela volatilidade que o preço dos ativo apresenta no período.

    Por: Roberto Indech (Analista de Investimentos).

    Topics: Economia e Análises

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