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    Fundo DI com rentabilidade negativa: Como isso acontece?

    by Time da Rico | 17 de Setembro, 2020

    Fundo DI com rentabilidade negativa

    Quem aplica seu dinheiro não deseja um fundo DI com rentabilidade negativa.

    Porém, cada vez mais, é preciso estar atento às aplicações que escolhe para a carteira, já que a exposição a esse tipo de risco é real.

    A modalidade de investimento já é tradicional no mercado, mas, nos últimos meses, tem despertado preocupação por conta das oscilações da economia.

    No meio de uma baixa histórica da Selic, a taxa básica de juros no país, os fundos DI tiveram perdas significativas a partir do mês de março - e a perspectiva se mantém até que a Selic volte a subir.

    De maneira geral, os fundos DI e outros ativos de renda fixa sempre foram recomendados para investidores de perfil conservador, aqueles que evitam riscos na hora de planejar as suas aplicações.

    Por isso, o cenário atual assustou muitos que não tinham ideia que era possível “perder dinheiro” dentro da modalidade.

    Por perder dinheiro, entenda o retorno real negativo, descontada a inflação.

    É algo que já acontece na poupança, por exemplo (foi assim em 2019 e deve se repetir em 2020).

    Este artigo vai ajudar você a entender por que acontece de um fundo DI ter rentabilidade negativa.

    Também vamos trazer dicas para ampliar a proteção à sua carteira, minimizar riscos e maximizar ganhos.

    Boa leitura!

    Como funcionam os fundos DI

    Quando falamos em fundos DI, estamos nos referindo a um tipo de investimento conhecido no mercado como fundo referenciado.

    Isso significa que a aplicação tem o objetivo de acompanhar o rendimento de um índice de referência do mercado, que serve como um benchmark para números que o gestor deve alcançar.

    O trabalho de gestão dos fundos, por sua vez, precisa seguir as regras detalhadas no prospecto do investimento.

    No caso específico dos fundos DI referenciados, esse índice é a taxa Selic ou o CDI (Certificado de Depósito Bancário).

    O primeiro representa a taxa de juros praticados no país, enquanto o CDI é um tipo de empréstimo de curto prazo feito entre instituições bancárias.

    Na prática, isso funciona porque os fundos DI aplicam, majoritariamente, em títulos públicos do Tesouro Direto atrelados à Selic ou títulos privados de baixo risco atrelados ao CDI – em geral, no mínimo 95% da carteira.

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    Qual a rentabilidade do fundo DI?

    Por se tratarem de investimentos em renda fixa, os fundos DI têm uma rentabilidade previsível e confiável.

    Em sua carteira, o investidor encontra ativos públicos e privados indexados pela Selic ou pela taxa CDI.

    Assim, podemos usar esses dois índices para projetar uma rentabilidade de acordo com o valor que foi aplicado.

    Hoje, a Selic se encontra em uma baixa histórica depois de atingir o patamar de 2% ao ano em agosto de 2020.

    A taxa é definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) em reunião que acontece a cada 45 dias.

    Ele utiliza a Selic como forma de controlar a inflação e equilibrar as oscilações naturais da economia no período.

    A taxa CDI, por outro lado, é calculada a partir da movimentação de bancos privados em um sistema de empréstimos diários.

    Ela segue muito de perto a Selic - em agosto de 2020, o CDI está em 1,90% ao ano.

    Quando um fundo de investimento apresenta variação negativa?

    Quando um fundo de investimento apresenta variação negativa?

    Os investimentos de renda fixa também têm preços unitários, que variam de acordo com as oscilações do mercado.

    Por isso, vale a clássica lei da oferta e demanda: quanto mais interessados na compra, maior será o preço; quanto mais interessados na venda, menor será o preço.

    Para o investidor, pode ser difícil perceber esse movimento, porque títulos de renda fixa não são como ações negociadas na bolsa.

    Isso significa que não existe um sistema automatizado para essa categoria capaz de atuar como o home broker, exibindo informações atualizadas em tempo real.

    Nesse caso, a cotação é calculada diretamente pelas instituições financeiras no momento da compra ou venda de um título.

    Outro fator que influencia nos preços é a confiabilidade do emissor no mercado.

    Durante uma crise, como a que vivemos hoje, a confiança das instituições financeiras é posta em xeque e as chances de um ativo apresentar uma variação negativa são maiores.

    O que significa rentabilidade negativa?

    Quando falamos em rentabilidade negativa, não significa que o investidor perdeu dinheiro de maneira definitiva.

    Nesses casos o que podemos observar, na verdade, é uma oscilação natural do preço unitário do ativo.

    A rentabilidade negativa pode ser observada sempre que os rendimentos do mês ou ano são inferiores à inflação do mesmo período.

    Além dos movimentos da economia que mencionamos acima, é comum que ela seja observada nos primeiros meses de aplicação em que as taxas e tributos (que funcionam de acordo com a tabela regressiva) fazem com que o ativo valha menos do que seu preço original.

    Por que os fundos DI pagaram rendimento negativo em 2020?

    Um fundo DI com rentabilidade negativa em 2020 não pode ser considerado exceção.

    A explicação para isso está no cenário incomum no qual nos encontramos.

    O mundo tem lidado com as consequências de uma crise global desencadeada pela pandemia do novo coronavírus.

    As projeções para o ano na economia são ruins, com alguns analistas de mercado prevendo a mais forte recessão da história recente.

    Em meio a isso tudo, o mercado nacional sofre as consequências de um período de incerteza.

    A crise chegou ao Brasil em um momento não apenas com juros baixos (que são, também, uma resposta a ela), mas já dava sinais antes mesmo da pandemia com alta do dólar e recorde no número de desempregados.

    Todos esses fatores contribuíram para o fato de que, em 2020, alguns fundos DI pagassem um rendimento negativo a seus investidores.

    Dados da plataforma Morningstar indicavam 32% dos fundos de renda fixa com rentabilidade negativa em março - mês em que experimentamos a quarentena pela primeira vez.

    A desvalorização média da categoria ficou em 0,04% - uma perda inédita para muitos dos ativos em questão.

    Com o rendimento das aplicações seguindo a Selic ou o CDI, o retorno ao investidor já é baixo, e pode ficar negativo a depender da inflação.

    De acordo com o Boletim Focus divulgado em 10 de agosto, o índice de preços ao consumidor IPCA deve encerrar 2020 em 1,63%.

    Caso se confirme, todas as aplicações com rendimento líquido inferior a esse percentual terão, então, uma rentabilidade negativa.

    É o caso da poupança, como já comentamos, que atualmente rende 1,4% ao ano, mas pode ser também o de alguns fundos DI.

    Como agir nessa situação?

    Em momentos de rentabilidade negativa, é ainda mais importante estudar o mercado para fazer escolhas mais inteligentes ao investir.

    Se você já aplica em um fundo DI com rentabilidade negativa, busque entender o que causou essa variação e, principalmente, se a tendência deve continuar nos próximos meses.

    Fora isso, é importante diversificar seus investimentos para garantir que a renda venha de fontes distintas.

    E caso seu foco seja ter grandes ganhos em pouco tempo, considere que talvez a renda fixa não seja para você.

    Se o seu perfil de investidor indicar, vale conhecer aplicações de renda variável, onde os retornos tendem a ser maiores (assim como os riscos).

    Agora é um bom momento para investir em Fundo DI?

    Agora é um bom momento para investir em Fundo DI

    Ainda que as oscilações de mercado tenham dado origem à rentabilidade negativa em alguns fundos DI nos últimos meses, isso não significa que essa alternativa deva ser eliminada da carteira dos investidores.

    A narrativa de uma possível “morte” da renda fixa não é nenhuma novidade no mundo dos investimentos - ela ressurge sempre que a categoria não registra ganhos reais importantes, seja por uma queda nos juros ou alguma outra oscilação do mercado.

    Mas, na verdade, a modalidade segue firme e forte e continua sendo uma opção inevitável para manter a carteira balanceada.

    Ainda que a rentabilidade volte a ficar negativa em alguns momentos, a renda fixa deve continuar contando com uma alta liquidez e baixo risco para os investidores.

    Assim, ela se torna ideal para uma reserva de emergência que o permita diversificar e ousar em outros ativos em busca de ganhos maiores.

    Qual a perspectiva do Fundo DI para 2020

    É verdade que, por anos, vivemos no Brasil um paradoxo pouco provável,que indicava ser possível ter grandes ganhos, com alta liquidez e baixos riscos dentro da renda fixa.

    Para os próximos meses, porém, esse cenário deve mudar um pouco: a perspectiva para 2020 é de uma acentuada crise, dentro e fora do país.

    Para o investidor, isso deve significar meses de juros baixos até que a economia nacional consiga iniciar sua recuperação econômica.

    9 dicas para não perder dinheiro com o Fundo DI

    dicas para não perder dinheiro com o Fundo DI

    Até aqui, nós falamos bastante sobre a dinâmica da renda fixa, sua possibilidade de render negativamente e as projeções do mercado para um futuro próximo.

    Como você deve ter percebido, mesmo com performances ruins em alguns momentos, os fundos DI ainda são interessantes para garantir maior segurança e liquidez na carteira.

    Pensando nisso, separamos nove dicas para você não perder dinheiro com esse investimento.

    1. Organize e controle suas contas 

    A primeira dica que temos é para uma ação que antecede o investimento propriamente dito.

    A organização financeira e a adoção de um método para controle das contas é essencial para quem quer começar sua jornada ao aplicar dinheiro.

    Para saber quanto você pode investir, é importante ter informações sobre tudo que entra e o que sai durante o mês – seja em forma de planilha ou aplicativo.

    2. Determine seus objetivos

    Vamos supor que você já organizou suas contas e tem, na ponta do lápis, o valor disponível para o investimento.

    Nesse momento, se questione sobre os seus objetivos para a aplicação: você ainda precisa construir uma reserva de emergência ou já tem condições de arriscar em busca de maiores ganhos?

    Nessa fase, compreender sua situação financeira é determinante para traçar os objetivos.

    3. Escolha o melhor investimento de acordo com suas demandas

    Depois ter batido o martelo sobre quais são seus objetivos com aquele dinheiro guardado, você está pronto para escolher o melhor investimento de acordo com suas necessidades.

    Entre renda fixa e renda variável, vale lembrar a máxima: quanto maior o risco, maior o potencial de ganhos.

    Portanto, se você ainda não tem uma rede de proteção financeira para recorrer em caso de emergência, proceda com cautela em sua escolha.

    Ao se tornar cliente Rico, você responde a breves perguntas e conhece seu perfil de investidor, o qual mostra, basicamente, a sua tolerância ao risco e ajuda a identificar os melhores investimentos.

    4. Analise as informações

    Podemos dizer que todos os investimentos vêm com um material informativo, no qual é descrita sua natureza, suas taxas, tributos e regras para aplicação mínima.

    No caso dos fundos de investimento, esse documento é chamado de prospecto.

    O acesso a ele pode ser feito na plataforma da corretora ou no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    5. Considere taxas

    Um ponto importante que acaba escapando do planejamento de diversos investidores é a cobrança das taxas.

    Ela geralmente varia de corretora para corretora, podendo ser fixa ou proporcional ao investimento.

    Preste atenção nos valores cobrados para avaliar se, no fim, não são as taxas que corroem a rentabilidade do seu fundo.

    Cliente Rico encontra todas as informações que precisa de forma fácil nesta página sobre os custos ao investir.

    6. Confira a tributação de cada ativo

    Além dos valores pagos para a gestora do fundo, existe também a cobrança de impostos sobre essa categoria de ativos.

    Os fundos DI têm incidência do Imposto de Renda e do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de acordo com a tabela regressiva.

    A Receita Federal cobra também outra forma de IR - duas vezes por ano, por meio do sistema come-cotas.

    7. Estude o histórico

    Os fundos de investimento são conhecidos por não terem uma rentabilidade completamente previsível.

    Como reúnem ativos de diversas fontes, os ganhos finais acabam dependendo de algumas variáveis.

    Isso muda um pouco nos fundos DI, claro, já que 95% da carteira é composta por renda fixa.

    Seja como for, é importante analisar o histórico de desempenho nos últimos 12 meses para entender como os ativos e a gestão tem se comportado.

    Mas, atenção: a rentabilidade passada não pode ser nunca tomada como garantia de ganhos futuros.

    8. Avalie os riscos

    Antes de finalizar um investimento, avalie sempre se você pode arcar com os riscos envolvidos naquela transação.

    Será que o que você procura é a segurança e liquidez dos fundos DI ou está pronto para encarar os riscos e o potencial de ganhos de um fundo de ações?

    9. Considere a rentabilidade negativa

    Por fim, a rentabilidade negativa volta como uma dica do que é preciso ser considerado na hora de fazer sua escolha.

    Lembra quando dissemos que a tributação segue uma tabela regressiva?

    Na prática, isso significa que, quanto mais tempo você deixar o dinheiro aplicado, menor será a quantia paga em impostos.

    O mesmo acontece com o IOF: a alíquota varia de 96% a 0% para resgates feitos nos 30 primeiros dias da aplicação – a partir do segundo mês, você está isento.

    Essas duas questões impactam diretamente na possibilidade de você ter uma rentabilidade negativa e nos mostram a importância de investir com foco no longo prazo.

    Conclusão

    Apesar de ter alarmado alguns investidores, a rentabilidade negativa dos fundos DI é uma realidade esperada para o mercado atual.

    Assim como a economia, os investimentos oscilam mês a mês e estão sujeitos aos efeitos de crises - como a que temos vivido com a pandemia do coronavírus.

    O momento é de cautela, mas, de maneira alguma, isso significa fugir dos investimentos.

    Aplicações sólidas, como os fundos DI, permanecem como boas alternativas para quem quer formar uma reserva de emergência com a ajuda de títulos da renda fixa.

    Faça já seu cadastro gratuito na Rico para conhecer mais sobre os fundos DI disponíveis em nossa plataforma e muitas outras aplicações.

    Obrigado por ler até aqui!

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    Topics: Fundos de Investimento