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    Guie-se pelas estrelas e escolha as melhores ações

    by Rico Matinal | 14 de Dezembro, 2020

    Confira o Rico Matinal de hoje - 14/12/2020

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    Insight Rico: Guie-se pelas estrelas e escolha as melhores ações

    (por Betina Roxo & Júlia Aquino & Lucas Collazo) 

    Nos primórdios, a ausência de tecnologias mais avançadas fazia com que os aventureiros utilizassem as estrelas para se guiar em meio a terras ainda desconhecidas. Essa ferramenta é retratada de forma romântica em várias passagens humanas, mas acabou servindo de inspiração para outro tipo de bússola...

    No ano de 2020 tivemos mais de 1,3 milhão de novos CPFs na B3, mais de 80% de aumento desde o início do ano. Brasileiros que buscam novas oportunidades de investimento, que sejam alternativas para um ambiente de taxa de juros mais baixas e poupanças que rendem menos.

    Mas estes aventureiros de primeira viagem precisam se apoderar das ferramentas adequadas — assim, vão poder guiar seu patrimônio pelos melhores caminhos possíveis. Esse é, justamente, o nosso compromisso com conteúdos. Não por menos, para estes investidores da bolsa, criamos o Estrelas da Bolsa, Estrela Ascendentes Estrelas Globais.

    Estes relatórios são seleções de companhias, que, por meio de métricas preestabelecidas, são como um radar para guiar investidores pelas oportunidades da bolsa. Porém, essa seleção não é uma carteira pronta, ou seja, você deverá definir quais das empresas indicadas fazem mais sentido para sua estratégia de investimento.

    stars 2

    Neste insight, mostramos como pensamos para escolher as ações dentro das seleções Estrelas (como fazemos, por exemplo, na nossa carteira RICO3, gratuita aos clientes Rico) e como você pode usar essa lógica também na sua vida de stock picker:

    1. Antes de tudo, pergunte-se quais são os seus objetivos dentro da renda variável: Se você for uma pessoa mais cautelosa, por exemplo, é interessante ter uma carteira de ações que tenha pelo menos 50% dos papeis seguindo as classificações: (1) empresas defensivas, como as empresas do setor elétrico, que possuem uma maior previsibilidade dos resultados; (2) boas pagadoras de dividendos (temos uma lista, atualizada mensalmente aqui) e (3) empresas sólidas, famosas “high quality”, ou de “alta qualidade”. Características principais: margem alta, potencial de consolidação e endividamento baixo.
    2. Após entender o seu perfil dentro da renda variável: Entenda o cenário macroeconômico e como ele pode interferir nas companhias investidas e sua respectiva geração de lucro. Todo mês trazemos a nossa visão para os mercados e principais pontos a serem monitorados no nosso relatório De olho no mercado.
      A partir disso, pergunte-se: quais são os principais temas atuando como catalisadores da bolsa? No momento, temos:

      (a) Corrida das vacinas, expectativa de que em breve teremos uma solução para o Covid-19 e tudo volte ao “normal” – quais são as empresas que se beneficiam disso? Principalmente as que fazem parte dos setores mais afetados pela pandemia, cujas ações ficaram para trás frente outras que até se beneficiaram deste período de isolamento social (clique aqui para mais detalhes);

      (b) Rotação de “growth” (tecnologia) para “value” (empresas tradicionais) seguindo a "corrida das vacinas" e menor aversão à risco dos mercados (falamos sobre o tema no "de olho no mercado" também – isso beneficia principalmente os bancos e as empresas de commodity, aqui você deve fazer a análise caso a caso (como em todas as demais escolhas). Para os bancos, por exemplo, importante saber que há preocupação quanto à história estrutural. Ou seja, espera-se que os bancos percam espaço para competição e suas margens caiam. Porém, tudo tem seu preço - quais deles estão mais descontados (falaremos da métrica para isso a seguir) e/ou são mais defensivos dado esse cenário?

      (c) A volta da inflação – quais são as empresas mais bem posicionadas para repassar preço? As “high quality” são uma boa pedida;

      (d) Apesar da rotação de growth para value, as empresas de tech, que foram umas das grandes vencedoras na pandemia devem continuar entregando resultados no longo prazo, já que a digitalização veio para ficar e o movimento é exponencial. Por isso, mesmo que já tenhamos uma alta significativa até aqui, é válido ter exposição ao setor, ainda mais em horizontes mais longos de investimento - nesse caso, o mercado americano ou chinês são ótimas geografias;

      (e) Os riscos (que sempre existem): questão fiscal no Brasil, a corrida da vacina vs. o aumento de casos de Covid-19 na segunda onda. Por isso, é importante sempre ter uma carteira de ações diversificada e preparada para estes riscos. A possibilidade de investir em BDRs (Brazilian Depositary Receipts) de companhias estrangeiras é extremamente interessante por isso. Falando mais especificamente do risco da covid, as companhias de tecnologia e saúde são as melhores escolhas.
    3. Forme sempre a SUA tese. Lembre-se do ensinamento do papa do Valuation, Aswath Damoradan: “Valuation não é sobre números, é sobre história, narrativa”. Se você acredita que estamos mais perto de uma vacina e de resolver a questão da pandemia, pode ter maior percentual do seu dinheiro investido em ações que “ficaram para trás”, como dito acima. Se acredita que tem risco, tenha alguma exposição às empresas de tech também (que devem continuar sendo interessantes no longo prazo, mesmo que possam impactar negativamente sua carteira no curto prazo, se a corrida da vacina for de fato vencedora). Agora se você está mais pessimista, aumente a exposição a tais nomes mais defensivos e/ou empresas de tech/saúde.

      Importante sempre lembrar

      Entenda muito bem o que a empresa faz, como ela ganha dinheiro, os riscos positivos e negativos para sua tese. Se te perguntarem por que você investiu em determinada empresa e sua resposta for “não sei”, refaça a lição de casa. E não só “apagando com borracha algumas partes que você escreveu”, pegue um papel novo e refaça do zero (eu odiava quando meu pai me falava para fazer isso, mas agora compreendo 😉).

      Entenda as métricas

      Nas nossas seleções Estrelas Globais e Ascendentes, já fazemos o filtro a partir de métricas de crescimento e rentabilidade, por exemplo. Mas, para entender se a ação está barata (ou como falamos, descontada), olhar os múltiplos é interessante, apesar de não ser a única métrica que deve observada.

      A saber: Os múltiplos, como os mais "famosos" EV/EBITDA, Preço/Lucro, funcionam como o preço/m3 de um imóvel. Se alguém fala para você “esse apto custa 1 milhão de reais”, como você sabe se está barato ou caro? Você olha o preço/m3 certo? E compara com o que? Com aptos comparáveis, que estão na mesma região, tem a mesma idade, ou até mesmo com o próprio valor do m3 histórico daquele imóvel (apesar de ter que tomar cuidado com a conclusão já que com o passar dos anos, mudanças na região que levem a valorização do imóvel podem alterar o patamar desse múltiplo). Essa é a mesma lógica com o Preço/Lucro (que mostra quanto do lucro que a empresa deve gerar no ano em questão – no estrelas trazemos de 2021 – está refletido no preço da ação) ou EV/EBITDA (que mostra quanto do resultado operacional que a empresa deve gerar no ano em questão – no Estrelas trazemos de 2021 – está refletido no valor da empresa). Ou seja, se esse múltiplo está abaixo do múltiplo do setor ou abaixo do seu valor histórico para aquela empresa, a ação está em um valor atrativo.

      Ajuda dos universitários: outra maneira interessante de escolher ações é "trocar figurinha" com outra pessoas. E você pode fazer isso também com as nossas seleções. Nas Estrelas da Bolsa, mostramos um ranking das empresas que gestores e analistas do mercado mais gostam. Além disso, assim como nas Estrelas Globais e Ascendentes, também te mostramos o que os analistas do mercado recomendam de cada papel. Essa recomendação é baseada na análise fundamentalista, com visão de pelo menos 6 a 12 meses e é feita por especialistas desses setores/empresas em questão.

    Caros 13 leitores, agora que estão todos devidamente apresentados a esta galáxia (e como viajar nela), conheça nossas Estrelas: da BolsaGlobais e Ascendentes.

    Resumo do dia: Vacina chega aos EUA

    (por Júlia Aquino)

    A manhã desta segunda-feira começa com alta dos mercados: nos EUA, os futuros do S&P 500 sobem 0,60%,  e na Europa, o  Euro Stoxx 600 sobe 0,94%. Esse otimismo dos investidores vem com o andamento das negociações do projeto de lei para novos estímulos nos EUA e a chegada iminente da primeira vacina contra o coronavírus ao país.

    Segundo a Bloomberg, um grupo bipartidário de congressistas americanos deve anunciar hoje um projeto de lei de estímulo fiscal no valor de USD 908 bilhões, embora um negociador-chave tenha dito que "não há garantia" de que o Congresso vai aprová-lo. A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, planejam conversar novamente ainda hoje, e ambos continuam otimistas quanto à negociação mesmo com as discussões sem resultados dos últimos meses.

    Com aprovação para uso emergencial pelo FDA (Departamento federal de Saúde e Serviços Humanos dos EUA) no final de semana, os EUA esperam hoje a chegada do primeiro carregamento da vacina contra o coronavírus da Pfizer-BioNTech, em esforço para imunizar mais de 100 milhões de pessoas até o fim de março. Por ser considerado uma referência internacional, a decisão do órgão pode acelerar processo de autorização da vacina em outros países do mundo, incluindo Brasil.

    Também hoje, os membros dos colégios eleitorais dos EUA devem se unir para votar e eleger oficialmente Joe Biden como presidente do país, seguindo resultados das eleições gerais em novembro.

    As negociações do Brexit, cujo prazo final era ontem (13), foram estendidas depois que representantes do Reino Unido e União Europeia concordaram em continuar o esforço para chegar a um acordo comercial. O negociador da UE, Michel Barnier, disse nessa segunda que “vamos dar todas as chances a este acordo, que ainda é possível”, o que foi visto como positivo pelo mercado.

    No Brasil, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou que o governo federal esclareça, dentro de 48 horas, qual a previsão de início e término do plano de imunização contra o novo coronavírus.

    Segundo o Valor Econômico, o Ministério da Economia deverá reintroduzir trechos retirados pelo relator da PEC Emergencial, senador Márcio Bittar, após a eleição das presidências da Câmara e do Senado em fevereiro. A intenção do ME é de pautar um texto que tenha capacidade de ajudar o cumprimento do teto dos gastos ainda em 2021

    Agenda da Semana

    Segunda-feira, 14

    09h00: Brasil - Atividade econômica a.m. out (exp.: 0,5%; exp. XP: 1,1%; ant.: 1,3%)
    09h00: Brasil - Atividade econômica a.a. (exp.: -1,8%; exp. XP: -2,0%; ant.: -0,8%)
    23h00: China - Produção industrial a.a. (exp: 7,0%; ant.: 6,9%)

    Terça-feira, 15

    08h00: Brasil - Ata do Copom
    11h15: EUA - Produção industrial a.m. nov (exp: 0,3%; ant.: 1,1%)

    Quarta-feira, 16

    06h00: Europa - PMI Composto dez (exp.: 44,70; ant.: 45,30)

    07h00: Europa - Balança Comercial out (exp: 7,0%; ant.: 6,9%)

    11h45: EUA - PMI Composto dez (ant.: 58,60)

    16h00: EUA - Decisão taxa FOMC (exp.: máx. 0,3%, mín.0%; ant.: máx. 0,3%, mín. 0%)

    Quinta-feira, 17

    07h00: Europa - Índice de preços ao consumidor (CPI) a.m. nov (exp.: -0,3%; ant.: -0,3%)
    08h00: Brasil - Relatório trimestral de inflação
    10h30: EUA - Novos pedidos de seguro desemprego (ant.: 853 mil)

    Sexta-feira, 18

    06h00: Europa - Conta Corrente BCE out

    Topics: Rico Matinal