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{% set headerFontFamily = "Open Sans" %} /* This affects only headers on the site. Add the font family you wish to use. You may need to import it above. */

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{% set baseFontWeight = "normal" %} /* More than likely, you will use one of these values (higher = bolder): 300, 400, 700, 900 */

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{% set buttonRadius = '40px' %} /* "0" for square edges, "10px" for rounded edges, "40px" for pill shape; This will change all buttons */

After you have updated your stylesheet, make sure you turn this module off

    Os Brutos Também Amam (O Mercado Financeiro)

    by Thiago Salomão | 15 de Março, 2019

    comojuntardinheiro2018render

    “Economia global esfriou brutalmente sem motivo aparente. Na Alemanha, já há quem fale em recessão” - Rogério Xavier (SPX Capital) em evento do Credit Suisse em São Paulo (29/01/19)

    “Houve uma melhora brutal das estatais a partir do governo Temer - e acreditamos que isso veio para ficar” - Marcelo Magalhães (Tork Capital) em entrevista ao Brazil Journal (21/01/19)

    “O mês [de dezembro] foi brutal para os ativos de risco pelo mundo. O mercado americano teve o 2º pior dezembro da história, com o S&P 500 caindo -9,2%. Embora o Brasil (e emergentes em geral) tenha caído menos que isso, praticamente nenhum ativo escapou” - Luis Stuhlberger (Verde Asset) em relatório mensal (08/01/19)

    Segundo a definição do Google (perdoe-me, Aurélio, você ficou no século XX), “brutal” é o adjetivo usado para “algo próprio da natureza ou dos instintos do bruto, do irracional; bestial”.

    Brutal também é o termo usado 25 vezes por dia por Lucas “Azaian”, meu amigo do futebol e da vida, colocando a palavra para definir um dia muito quente (que calor BRUTAL!) ou quando alguma jogada nossa em campo dá certo (essa jogada foi BRUTAL!). A grafia em caixa alta é para induzi-lo a ler ‘gritando’, como Azaian faz sempre que diz essa palavra.

    Azaian não conhece o mercado financeiro, tampouco Xavier, Struba ou Magalhães.

    Talvez por isso me chamou tanta atenção ver esse trio de gestores incontestáveis do mercado usando uma palavra que eu costumo ouvir apenas longe da Faria Lima e perto dos campos de futebol. Contei isso ao Azaian no nosso último jogo: “brutal!”, disse ele.

    O que concluo com tudo isso?

    Temos vivenciando momentos de alta tensão nos mercados, com os preços indo do céu ao inferno (e voltando ao céu logo depois) de maneira tão rápida que até mesmo profissionais vitoriosos têm visto essas mudanças repentinas como… brutais.

    Essa brutalidade se refletiu também na cota dos fundos da Verde e da SPX (Magalhães, que possui o fundo há menos de 6 meses, ainda não possui a cota aberta): o Verde do Stuhlberger patinara boa parte de 2018 até ganhar muito dinheiro na reta final do ano com a alta da bolsa, terminando com rentabilidade de 7,91% (ou 123% do CDI).

    Já o SPX Raptor voava em 2018 até devolver quase todo o lucro nos últimos dois meses do ano, fechando o ano com cerca de 50% do CDI de rentabilidade.

    Nem de longe esse resultado mancha o histórico espetacular da SPX ou tornou o Stuhlberger mais genial (seria possível isso?).

    O ponto é: se até mesmo os maiores ganhadores de dinheiro da história do Brasil foram alvos da brutalidade dos mercados, como nós, meros mortais, vamos saber para que lado o mercado vai neste momento?

    A pergunta soa assustadora, mas uma lição que aprendi com um dos gestores multimercados que mais ganhou dinheiro em 2018 me traz certa tranquilidade: seja você um super gestor ou um investidor iniciante, só há três ações que você pode executar em um ativo mobiliário: comprá-lo, vendê-lo ou ‘fazer nada’ (no mercado, não fazer nada também é fazer algo).

    E qual das três ações executar quando o mercado está brutalmente volátil?

    Tanto faz, desde que você pondere o risco pelo “tamanho” da sua posição.

    Essa é a grande dica que aprendi com este gestor e que me deixa mais tranquilo em navegar em mares turbulentos: está otimista com o longo prazo do Brasil?

    Compre ações!

    Mas o cenário de curto prazo está mais incerto do que outrora? Mantenha ações compradas, mas numa fatia reduzida.

    É isso que nós, da equipe de análise fundamentalista da Rico Investimentos, fizemos com nossas carteiras de ações: seguimos otimistas com o longo prazo, mas as incertezas do curto prazo nos fizeram adotar posições mais defensivas.

    O nosso cenário-base para Brasil ainda nos empolga: se tivermos o avanço da reforma da previdência, poderemos viver um momento inédito de crescimento econômico + inflação controlada + trajetória cadente do déficit fiscal.

    Isso pode achatar ainda mais o juro real e multiplicar o lucro das nossas empresas - o que causa um duplo efeito no preço das ações. Só que no mercado financeiro, mais importante do que estar certo é “quando” estar certo.

    Timing is money.

    Para ver as mudanças que fizemos tanto na Carteira Rico Premium quanto na Carteira Rico Dividendos, basta acessar a área logada da Rico.

    Mudanças brutais só são classificadas dessa forma quando ninguém espera que elas aconteçam.

    Com o excesso de alertas vindo destes grandes gestores, acreditamos que o mercado já esteja montando suas proteções anti-brutalidades.

    Thiago_SalomaoThiago Salomão

    É Analista da Rico, com foco em Análise Fundamentalista, criador da carteira Rico Premium. Possui CNPI Pleno, é formado em Administração de Empresas pelo Mackenzie, com MBA em Mercados Financeiros pela Fipecafi e pela UBS/BM&FBovespa. 

    Topics: Economia e Análises

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