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    Panorama sobre o mercado de 2013 (e o que você pode aprender com ele!)

    by Rico.com.vc | 6 de Janeiro, 2014

    É bem verdade que já iniciamos 2014, porém não podemos deixar para trás aquilo que passou. Em geral, 2013 foi um ano considerado difícil para a Mercado Financeiro no Brasil, sobretudo para os investidores da Bolsa de Valores em função da derrocada do mercado local e de renda fixa diante da volatilidade de taxas e preços dos ativos.

    2013

    Em um ano onde sobressaíram fatos extremamente relevantes que perduraram ao longo de semanas e até meses - como a negociação para evitar o Abismo Fiscal entre os congressistas nos EUA (conjunto de aumento de impostos e cortes de gastos automáticos), mudanças no rumo da política monetária também daquele país e que trouxe grande volatilidade aos mercados em geral diante de muita especulação de quando o Banco Central americano iniciaria a redução de estímulos através de compras de títulos, até a iminência de uma guerra com o ataque de países desenvolvidos a Síria e o quase colapso do Chipre junto à Zona do Euro.

    No Brasil, além destes fatores externos mencionados que deixaram nosso mercado instável, não podemos deixar de lembrar da continuidade das diversas intervenções do Governo Federal junto a setores chaves da economia local, aumento de juros pelo Banco Central na tentativa de conter a inflação oficial (IPCA), que permaneceu a patamares elevados, além da perda de credibilidade das políticas monetária e fiscal junto aos investidores estrangeiros principalmente, com esta última sendo deteriorada ao longo do ano. Ademais, em um ano “maluco” como 2013, muitos investidores também acompanharam de perto diversas sessões no STF e no STJ envolvendo imbróglios de empresas relevantes no cenário nacional.

    Voltando especificamente ao mercado de bolsa, impossível será esquecer a derrocada do império das empresas “X”, sendo finalizado com a venda de ativos e participações de Eike Batista nas empresas MMX, LLX e MPX além dos pedidos de recuperação judicial das companhias OGX e OSX, sendo todas estas as principais quedas da Bovespa no ano. Outras fortes baixas foram marcadas por ativos do setor de construção civil como a Brookfield (-66%), Rossi Residencial (-55%), PDG (-45%), MRV (-27%), Gafisa (-18%) e Cyrela (-17%), principalmente em função da deterioração dos resultados das companhias, do aumento de distratos, da queima de caixa de algumas destas e do início do ciclo de alta de juros implementado pelo Banco Central. Os setores de telecom, representado pela Oi (-55%), de varejo, com empresas como Natura (-27%), Hering (-26%), Lojas Renner (-21%) e Lojas Americanas (-14%), além de outras companhias relevantes como Marfrig (-53%), Eletropaulo (-44%), BR Malls (-36%), BR Properties (-25%), ALL (-20%) e Gol (-19%), também representaram de forma negativa o Ibovespa em 2013.

    Por outro lado, para quem pensa que a bolsa foi apenas negativa no ano, podemos contestar essa tese e afirmar que 29 dos 73 ativos do Ibovespa apresentaram resultado positivo em 2013, com destaque para as ações do setor educacional como Kroton (73%) e Anhanguera (29%). Outras empresas que reverteram resultados considerados fracos ou abaixo das expectativas no passado como Braskem (64%), JBS (48%), Suzano (33%), Embraer (33%), Fibria (23%) e Hypermarcas (7%) também mostraram que a bolsa brasileira apresentou rentabilidades satisfatórias no ano que passou. Para finalizar este lado positivo de 2013, se firmaram empresas como Cielo (44%), Ultrapar (24%) e Pão de Açúcar (17%).

    Vale (-15%) e Petrobras (-9%) não podemos deixar passar em branco e em 2013 apresentaram desempenho negativo, corroborando para a queda do Índice Bovespa (-15,5%). A primeira em função da volatilidade trazida pelo cenário externo além de incertezas de fatores internos como o Marco Regulatório do setor de mineração e da adesão ao Refis de uma dívida bilionária junto ao Governo Federal desde o final da década de 90. Já a segunda continuou apresentando resultados ruins, ingerência política através controle da inflação pelo preço dos combustíveis, disparidade do preço dos combustíveis ante o exterior além do  aumento do endividamento da empresa. 

    Para finalizar, não podemos deixar de falar do mercado de renda fixa e de sua enorme volatilidade de preços e taxas dos títulos, principalmente nas LTN (Letras do Tesouro Nacional) e NTN -B (Notas do Tesouro Nacional – Série B), devido ao aumento da taxa de juros de 7,25% para 10,0% ao ano, pelas perspectivas da economia nacional além da instabilidade do dólar e consequentemente das preocupações com a inflação no país.

    Portanto, 2013 foi um ano de diversos eventos relevantes no cenário nacional e internacional e assim como ocorre em todos os outros, pudemos sim enxergar pontos positivos e muitas oportunidades apesar de todo cenário conturbado e instável, sobretudo pelo descrédito da economia brasileira e o crescimento de seu “Pibinho” próximo de 2,0%.

     

     

    ROBERTO INDECH

    Equity Sales da Rico, faz análises diárias sobre o panorama mundial do mercado e recomendação dos ativos mais rentáveis do momento.

    contato: rindech@rico.com.vc

     
     


     

    Topics: Economia e Análises

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