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    Geração X: "geração do CDI"

    by Rico.com.vc on Dezembro 2, 2013

    Caro leitor, sou o Norberto Giangrande Jr, tenho 45 anos e atualmente sou o sócio-diretor da Rico, plataforma de investimentos que vem galgando seu espaço no mercado. Por meio da minha experiência no mundo dos investimentos, o brasileiro da minha geração (a tal da "geração X") é conhecido no mercado financeiro como a geração do over night, ou a geração do CDI. Abaixo vou explicar algumas razões por trás desse rótulo.

    Para quem não sabe, a "geração X" viveu a segunda metade dos anos 60, época em que o Brasil passava pelo Regime Militar, bem como a década de 70, quando passou a sofrer censura pela ditadura. Mais tarde, lá pelos anos 80, a nação presenciava as "Diretas Já"; a geração X, ou seja, aqueles nascidos entre 1965 e 1983, passou por diversos acontecimentos políticos e sociais como por exemplo o impeachment do presidente Fernando Collor de Melo, a queda do muro de Berlim e o aparecimento da AIDS. Além do mais, trata-se de uma geração que passou a ter contato com a internet e as novas tecnologia e a pagar suas contas com cruzeiro, cruzado e cruzado novo.

    São profissionais que adquiriram o hábito de trabalhar mais para ganhar dinheiro, para ter reservas em momentos de crise, além de se mostrarem apegados a títulos e cargos.

     geração x


    Durante quase 20 anos (do final da década de 80 ao início dos anos 2000) nunca se ganhou tanto dinheiro aplicando simplesmente em títulos pós fixados do governo federal, em CDBs de bancos de primeira linha ou qualquer produto que pagasse a variação da taxa Selic ou do CDI, produtos quase sem risco. Durante esse período convivemos com taxas de juros reais de às vezes mais de 20%. Isso mesmo, você ganhava 20% ao ano sem fazer nada! (veja na tabela abaixo)

    Vivíamos primeiro em um momento de descontrole inflacionário no final do governo Sarney, e depois nos governos do Collor/ Itamar Franco, até que o plano Real foi implementado quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso ainda era ministro da fazenda do Itamar. Estruturar um plano para acabar com a inflação que convivíamos desde o começo dos anos 80 exigia que o governo mantevesse as taxas de juros real (os juros que são pagos além da inflação) em patamares bem elevados e por bastante tempo. Isso acabou por criar um "vício” de investimentos em minha geração: era só aplicar nos juros e ir dormir. Ganhava-se dinheiro muito fácil.

    Com a maturação da estabilidade econômica o governo pôde finalmente começar a abaixar os juros, aliás nenhum outro governo do mundo conseguiria sobreviver por muito tempo pagando as taxas de juros que pagávamos aqui. E com a queda dos juros veio o grande problema para a minha geração de investidores. "E agora? Como vou investir meu dinheiro para preparar a aposentadoria, ou a reserva para pagar a faculdade do meu filho." Antes era tão fácil....

    Neste momento, vemos aparecer uma porção de corretoras e empresas de agentes autônomos de investimento “ensinando” como operar na Bolsa, como ganhar dinheiro fácil com ações, opções, termo, como diversificar seus investimentos comprando fundos imobiliários (uma espécie de “renda fixa”) e assim vai. Quando o mercado ajuda, como era o caso da era do CDI, ou do período de 2003 até 2008 em que a Bolsa subiu de 10 mil a 70 mil pontos, realmente era muito fácil para essas empresas.

    Como tudo na vida o mercado financeiro é feito de ciclos, e a partir de 2008 a bonança de juros altos e de Bolsa em ascensão acabou. Aí é que aparece o valor de uma assessoria de investimentos responsável. Em ciclos de altas qualquer corretora é boa. Em ciclos de baixa ou mesmo com mercados estáveis o investidor tem que fazer a lição de casa. E é exatamente nesse ambiente é que a "geração do CDI" sofre. Ela não está acostumada a estudar, ir atrás de informações sobre produtos, taxas de administração e tudo aquilo que pode influenciar na rentabilidade de seus investimentos.

    geração x 2

     

    Desde que montamos nossa primeira empresa no mercado financeiro, a Link Investimentos, tínhamos duas preocupações, para não dizer nossos 'valores pétreos': sempre valorizar nossos profissionais e prover o melhor serviço possível para nossos clientes. Na Rico continuamos seguindo esse modelo. Desde o nome até a menor atitude de qualquer um dos nossos colaboradores é sempre voltado a prover o melhor serviço aos nossos clientes.

    Para finalizar, lembre-se: 1% ao ano capitalizado durante 30 anos dá uma diferença de 34% lá na frente. Ou se você aplicar seu dinheiro 1% melhor do que simplesmente ir nos produtos tradicionais que seu gerente de agência tenta te vender toda vez que sobra um pouco na sua conta corrente, fará um a enorme diferença no seu poder de compra quando você estiver prestes a se aposentar.

     

    norberto

     Norberto Giangrande Jr. 
       Sócio-diretor da Rico

     

    Topics: Economia e Análises

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