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    Financiamento de imóvel

    by Rico.com.vc | 20 de Novembro, 2013

    A aquisição de um imóvel costuma ser o maior investimento das pessoas durante a vida. Mesmo diante do preço exorbitante dos apartamentos à venda hoje em dia, o velho 'sonho da casa própria' ainda impera na mente de muitos brasileiros.

    financiamento imovel

     

    No entanto, em um cenário em que a maioria das pessoas não possui condições econômicas suficientes ou sequer consegue pagar o aluguel em dia financiar um imóvel pode parecer uma realidade bem distante.

    Para se ter uma ideia, em uma cidade como São Paulo que possui uma população de 11,2 milhões de habitantes apenas 8,7% teriam condições de financiar um imóvel de R$ 300 mil, de acordo com dados do IBGE.

     

    O dilema entre viver de aluguel ou financiar um imóvel

    Muita gente considera o aluguel como desperdício de dinheiro por tratar-se de um dinheiro que 'não volta'. Por outro lado, o financiamento de um imóvel pode levar a uma dívida vitalícia, uma vez que ela pode demorar até 30 anos para ser quitada. Nesse ínterim, muitas águas podem rolar: o bairro onde se encontra pode (des)valorizar, fora que o seu momento de vida também mudar por conta de um noivado, casamento, promoção no trabalho ou até o nascimento dos filhos.

    Tendo isso em mente, é fundamental botar a mão na consciência e refletir quais são os seus planos de vida para o curto e longo prazo.

    Ao optar pelo financiamento de um imóvel, o primeiro passo é solicitar a aprovação do crédito imobiliário pelo banco. O acesso cada vez mais fácil ao crédito e o cenário econômico estável são um dos grandes facilitadores da oferta de prazos longos para a quitação da dívida, que pode chegar a 35 anos.

    Além do mais, é possível iniciar o pedido de financiamento no banco até mesmo antes de você ter escolhido o imóvel. Caso o pedido seja aprovado, o banco concede uma 'carta de crédito' que funciona como uma espécie de garantia de que você terá como arcar com o financiamento.

    Em contrapartida, aqueles que buscam por descontos devem financiar o menor valor possível para diminuir a taxa de juros, além de pagar um preço maior de entrada. É aconselhável desembolsar cerca de 30% do valor total do imóvel como pontapé inicial, ou 20% em caso de imóveis usados. Inclusive é possível amortizar o financiamento, ou seja, adiantar o pagamento para o banco a fim de reduzir os juros e agilizar a quitação das prestações. Além do saldo devedor (valor do empréstimo), existem os juros (cobrados pelo banco) e os encargos (envolvendo seguros, entre outras taxas operacionais).

    Os juros geralmente são acordados na assinatura do contrato, podendo ou não ser acompanhado de um índice de correção pós-fixado (Taxa Referencial - TR). Ao financiar direto com a construtora o juro pode ser corrigido pela inflação como o IGP-M. Muitas vezes os juros de um financiamento também são tidos como um “dinheiro que não volta” em casos em que somam um valor maior do que aquele que seria pago em um aluguel.

    É importante também conhecer os tipos de financiamentos que variam conforme o sistema de amortização e correção. Pra começo de história, existem duas modalidades de amortização: Price e SAC. Na tabela Price, o valor da mensalidade se mantém constante do começo ao término do contrato, enquanto no SAC (Sistema de Amortização Constante) as parcelas começam mais altas e vão diminuindo. Assim, a amortização ocorre mais rápido, o que resulta em um menor volume de juros pagos em relação ao sistema Price.

    Caso opte por financiar um imóvel na planta, leve em consideração as prováveis reformas, troca de pisos, e o pior: o risco de atraso na entrega. Isso porque as pessoas estão acostumadas a alugar um imóvel e contar com o dono dele para tais tipos de consertos e não costuma pensar nesse tipo de imprevisto.

    Com todos os prós e contras de financiar um imóvel que descrevemos acima, vale lembrar que mesmo que haja uma desvalorização do bem ele raramente tem seu valor zerado, fora que ele pode servir como garantia em ocasiões diversas. Se você já passou da juventude e formou uma família, talvez valha a pena desfrutar do conforto de uma residência fixa. Caso precise se mudar, é possível repassar o financiamento para outra pessoa e recuperar parte do dinheiro investido. Opções e saídas existem aos montes, cabe a você refletir quais são os seus projetos e prioridades de vida. E aí?

    Topics: Finanças Pessoais

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