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    Qual o futuro da OGX após calote de US$45 milhões?

    by Rico.com.vc | 2 de Outubro, 2013
    OGX, petroleira de Eike Batista

    A OGX Petróleo e Gás Participações emitiu um fato relevante dia 01/10 comunicando ao mercado que conforme já informado em oportunidades anteriores, a Companhia encontra-se em processo de revisão de sua estrutura de capital relacionada, por sua vez, à revisão do seu plano de negócios.

    Em virtude desse fato, a Companhia optou pelo não pagamento das parcelas referentes aos juros remuneratórios no valor aproximado de US$ 45 milhões, decorrentes das Senior Notes emitidas pela OGX Austria, controlada da Companhia, as quais venceriam na data de hoje. A Companhia informou, ainda, que pelas cláusulas que regem a referida emissão, possui 30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida.

    Diante do fato acima e das especulações que surgem no mercado, a empresa poderia entrar em processo de recuperação judicial após estes 30 dias caso não seja fechado nenhum acordo com os credores.

    Mas o que significa isso? Enfim, para entendermos um pouco mais vamos ao principal ponto - a diferença entre recuperação judicial e falência:

     

    Recuperação judicial

    Tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do devedor, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e o estímulo à atividade econômica. Ou seja, podemos resumir dizendo que a empresa entra em um processo de recuperação tentando resgatar-se novamente de acordo com um plano elaborado pelos controladores e apreciado judicialmente.

     

    Falência 

    Já a falência, ao promover o afastamento do devedor de suas atividades, visa a preservar e otimizar a utilização produtiva dos bens, ativos e recursos produtivos, inclusive os intangíveis, da empresa.

    Após estas considerações é importante mencionar que a recuperação judicial depende da aprovação do juiz, ou seja, se ela não for aceita, teremos o processo de falência iniciado.

     

     

    Agora chega desse “jurídiques” e passemos ao mercado de bolsa novamente:

    Após a recuperação ser apreciada judicialmente, no caso de empresas de capital aberto, este processo deve ser comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a qual analisará a situação da empresa sem que haja um período pré estabelecido para tal. Caso a CVM veja irregularidades e não acredite em um eventual plano de recuperação da empresa, poderá tomar as medidas cabíveis junto a BM&FBovespa, como até a suspensão de negociação das ações.

    E por falar no processo de suspensão de negociação de ações, a própria bolsa enviou um comunicado ao mercado informando que, em geral, a suspensão de negócios no mercado à vista se dará quando o emissor apresentar pedido de recuperação judicial ou extrajudicial ou quando a bolsa tomar conhecimento de que houve decretação de intervenção, liquidação extrajudicial ou administração especial temporária no emissor; pedido de falência contra o emissor; decretação de falência do emissor ou determinação ou da CVM.

    Portanto, vale destacar agora que a empresa tem três cenários pela frente: pagar os juros desta emissão de debêntures dentro dos próximos 30 dias, reestruturar as dívidas ou entrar em recuperação judicial.

    O 1º cenário traz chances de a empresa pagar seus credores até mesmo após a venda de ativos.

    O 2º cenário pressionaria os credores a aceitar o modelo proposto pela cia: a conversão da divida em ações da cia.

    Já o 3º e último cenário daria mais tempo à empresa para pagar as dívidas mas poderia prejudicá-la com a possiblidade de perder até suas concessões.

     

    E você, arrisca algum palpite? Deixe nos comentários abaixo.

     

     

    Um abraço, 

    Roberto Indech

     

     

     

    ROBERTO INDECH

    Equity Sales da Rico, faz análises diárias sobre o panorama mundial do mercado e recomendação dos ativos mais rentáveis do momento.

    contato: rindech@rico.com.vc

     
     



    Topics: Economia e Análises

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