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    5 Erros que detonam o orçamento familiar (e como evitá-los)

    by Gloria Maciel | 29 de Setembro, 2016

    Ao longo dos últimos meses, muitas pessoas passaram a encarar a educação financeira como uma arma importante para superar esse momento crise econômica. Desemprego e inflação somaram forças e corroeram o poder de compra das famílias, que, sem muita alternativa, passaram a contrair dívidas e tentar a todo custo reduzir suas despesas.

    Planejamento_financeiro.jpg
    Como evitar os erros que detonam o orçamento familiar?

    Como educador financeiro, tenho acompanhado de perto a estratégia dos brasileiros que ainda não perceberam que os resultados duradouros só acontecerão com o mínimo de planejamento.

    Muitos erros ainda são cometidos, e vamos discuti-los hoje. Alguns anos atrás, escrevi um artigo para o portal Dinheirama.com em que listei certos erros no planejamento financeiro que acabam com o dinheiro antes do final do mês.

    Tomo a liberdade de reproduzir esses erros, de maneira resumida, pois são os mesmos que destroem o orçamento e carregam muita gente para o endividamento. Acompanhe:

    • Erro 1: Consumo por impulso

    Em diversos momentos da vida, percebemos que as pessoas tomam decisões de consumo erradas, especialmente diante de situações de forte apelo emocional. É assim, por exemplo, quando gastamos mundos e fundos quando descobrimos que um filho está a caminho; é assim quando decidimos, de bate pronto, comprar um presente para quem amamos ou na hora de preparar a melhor festa de casamento possível.

    Essas decisões com aspectos puramente emocionais representam despesas que costumam ser altas – até por isso são, na maioria das vezes, parceladas e passam a fazer parte dos gastos das pessoas por um longo tempo.

    • Erro 2: Gastos desnecessários e desconhecidos

    Ao analisarmos os gastos das pessoas que nos contratam para o serviço de consultoria financeira, especialmente a planilha de acompanhamento de gastos, é sempre fácil encontrar valores consideráveis categorizados como “Outras despesas”, “Gastos Diversos” ou simplesmente “Outros”.

    O fato de não categorizar devidamente os gastos faz com que não seja possível detectar para onde o dinheiro está indo de fato. Com a experiência do trabalho, posso dizer que o fato de não estar categorizado sinaliza que se tratam de despesas muitas vezes desnecessárias e que não estavam previstas dentro do orçamento.

    Clique aqui para baixar nossa  Planilha de Controle de Gastos! ;)

    • Erro 3: Ostentar e não seguir um padrão de vida só seu

    Os automóveis são um dos principais símbolos de ostentação no Brasil. Muita gente passou a considerar uma pessoa bem-sucedida de acordo com o carro que está na sua garagem. Que bobagem!

    Muita gente decidiu trocar de carro, buscando um modelo mais luxuoso, simplesmente porque não aguentou ver os amigos de trabalho com carros novos e “melhores” que o seu. Para não ficar “por baixo”, há quem se viu “obrigado” a comprar um novo carro, afinal o velho sinalizava fracasso. Não preciso dizer mais nada, não é mesmo?

    • Erro 4: Não saber o que quer na vida (falta de objetivos e propósito)

    Alguém já disse que “quem não sabe o que quer costuma se contentar com pouco”. Trata-se de uma afirmação que tem a minha simpatia. Graças ao meu trabalho, tenho a oportunidade de conhecer muitas pessoas de diferentes perfis. Aproveito a chance para conversar e observar a forma como essas pessoas lidam com algo que considero fundamental: a ambição.

    Algumas pessoas consideram a ambição algo ruim, mas pensam assim porque frequentemente a confundem com ganância. Eu considero que a dose certa de ambição é fundamental para quem busca sucesso em qualquer parte da vida, e nas finanças isso também acontece.

    • Erro 5: Não estipular no orçamento valores para compras e lazer

    No Brasil, um fenômeno muito interessante acontece em muitas famílias. As pessoas passam um período muito longo sem gastar com lazer e compras de uma maneira geral e acabam, em uma única oportunidade, gastando muito e estourando todo o orçamento para os meses (e anos) futuros.

    Vejo nessa situação dois aspectos: o primeiro é o represamento do consumo. Hoje, percebemos nos comerciais e na mídia um assédio constante para aproveitar ofertas mirabolantes de praticamente tudo, desde roupas, sapatos, oportunidades de viajar para lugares inesquecíveis até comida congelada.

    Quem não separa um valor mensal adequado para esse tipo de gasto se torna muito mais vulnerável a ceder aos encantos do consumo e normalmente quando o faz costuma “chutar o balde”.

    O segundo aspecto é que a maioria dos gastos para despesas deste tipo são pagos através de cartão de crédito. Os valores altos feitos sem planejamento logo chegam em casa na forma de uma fatura, que algumas pessoas decidem pagar usando a opção do rotativo do cartão (pagamento mínimo), modalidade que alcança juros superiores a 450% ao ano (uma “bola de neve”).

    • Conclusão

    Não é fácil acabar com erros cometidos durante boa parte da vida, eu sei. Transformar hábitos é uma tarefa que exige disciplina, atenção e perseverança, mas vale a pena – é a única maneira de “virar a chave” e sair de uma situação desagradável de endividamento.

    Infelizmente, ainda estamos construindo em nosso país uma consciência financeira. Boa parte das pessoas estão presas a pensamentos típicos de outras décadas. Hoje, olhar para a frente significa aprender a lidar com o novo, olhar além e garimpar oportunidades verdadeiramente boas.

    Precisamos ser os gestores de nossa própria vida e, para seguir adiante, temos que não apenas ir longe, mas acelerar a formação de patrimônio. Nós estamos aqui para ajudá-lo nesta missão! Vamos juntos? Até a próxima!

    conrado_navarro-6-3.jpg Conrado Navarro é consultor educacional da Rico.com.vc,  idealizador do Dinheirama.com e autor de diversos livros e  eBooks de finanças pessoais e investimentos.


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