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    5 dicas para lucrar com ações na crise

    by Gloria Maciel | 24 de Março, 2016

    Por: Iana Silvestre

    Crises econômicas fazem parte da história de todo país, e às vezes, de vários países ao mesmo tempo. Devemos estar preparados para saber surfar a onda quando ela vier.

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    É nesse cenário que surgem dúvidas e receios para investir, já que o medo do risco e principalmente a restrição financeira limita o poder de poupar.



    Entretanto, para quem tem chances de investir em baixa, certamente terá seu retorno quando a alta vier – e ela certamente virá.Crises econômicas costumam não permanecer mais que poucos anos.

    Assim como não existe uma única receita para fazer um bolo, para ganhar dinheiro também não há – especialmente em crise. O que existem são direcionamentos importantes, seguros e recomendados para encontrar a sua receita ideal, e consequentemente, o retorno procurado.

    1- Veja o que os outros não veem:

    quando uma ação está excepcionalmente barata, a tendência é ninguém querer comprar. Mas muitas pessoasse esquecem que a baixa é “A” hora certa de comprar! As coisas podem ir mal antes de começarem a ir bem – e quando forem bem, o retorno pode ser imenso! Àtítulo de exemplo, companhias do setor de infraestrutura tendem a recuperar-se junto com 2 fatores que andam conectados: aretomada da economia e a confiança do investidor. Ou seja, mesmo que as ações de uma determinada companhia desvalorizem-se brutalmente chegando a equiparar-se com uma fase de falência, seu balanço financeiro pode mostrar o oposto – especialmente se esta companhia já era promissora antes da crise.

    2- Fuja do “efeito manada”:

    é imprescindívelavaliar o aspecto comportamental no mercado de ações. Nem sempre vender um ativo só porque todos estão vendendo, é um bom negócio. O medo e a aversão à perda nos induzemao “efeito manada”. Lembre-se: grandes oportunidades não vêm em bando, fugas sim.


    3- Veja o lado positivo da crise: em momentos de crise existe mais talento humano disponível e as culturas das empresas tendem a inovar-se para sobreviver.Portanto, estas duas tendências trazem vantagem competitiva para qualquer empresaà longo prazo, independente do cenário macroeconômico. Ou seja, esperar pelo verão exige sobreviver ao inverno.


    4- Avalie a causa para medir o efeito: existem diversos tipos de crises, e portanto, diversas causas. Uma crise econômica causada pela queda do consumo e produção pode influenciar o desempenho de empresas de bens de consumo, afetando o valor de suas ações. Em uma crise política, empresas que atuam em parcerias público-privadas ou em infraestrutura podem ter dificuldades na manutenção de contratos ou renovação de licitações para prestação de serviços/produtos ao governo, portanto seus ativos podem sofrer desvalorização. Qualquer suspeita de corrupção ou fraude dentro de uma empresa pode ser um alerta prévio da queda breve de seu valor de mercado. Se determinado setor da economia receber isenção de imposto de importação, o lucro de suas empresas que utilizam insumos importados será significativamente maior, e poderá ser também o seu valor de mercado (o governo sempre anuncia previamente isenção fiscal antes de executa-la). Uma queda de receita semestral pode ser um termômetro prévio do desempenho financeiro anual de uma empresa. Portanto, tente sempre avaliar a causa de uma crise para medir seus efeitos e consequências. Para fugir de uma grande onda, basta sentira correnteza.Combater o efeito é ser eficiente, mas combater a causa é ser eficaz!


    5- Procure oportunidades: durante a crise de 2008, uma empresa do setor de gás obteve bons resultados na venda de botijão de cozinha, já que com a restrição econômica grande parte da população passou a comer em casa. No mesmo período, uma indústria química estrategicamente desviou grande parte de sua produção de fármacos e focou em produtos para o agronegócio, setor este que continuou em alta mesmo com a crise econômica do país, reposicionando-se num mercado promissor. Já em 2015, mesmo com a excessiva alta do dólar, uma agroindústria onde 80% de sua receita vem de exportações, faturou quase 40% a mais do que no ano anterior com a desvalorização do real, fazendo seu lucro subir 214%. Portanto, 3 grandes oportunidades surgiram para estas empresas durante crises econômica e cambial, podendo ter sido também oportunidades para o investidor de suas ações. Em toda tempestade há certamente abrigos seguros.


    Iana Silvestre é formada em Relações Internacionais e foi convidada a escrever para o blog da Rico.

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    Topics: Finanças Pessoais

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