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Como Fazer Uma Previdência Privada: O Guia Definitivo

by Gloria Maciel on Novembro 22, 2016

O que é previdência privada?

O que é Previdência Privada? Esse assunto  entrou em evidência, de maneira mais insistente sobretudo por parte dos bancos, na virada dos anos 90 para 2000.

Foi uma época em que as pessoas começaram a "acordar" para a realidade do INSS (previdência oficial do governo) e, claro, quem vendia o produto foi agressivo nas campanhas de marketing.

Saiba tudo sobre o que é VGBL e PGBL nesse outro artigo completo.

E neste texto queremos desmistificar tudo a respeito da tão falada previdência privada. Será que ela é mesmo boa para você? Ou será que é tão ruim quanto muitos falam? Acompanhe conosco tudo sobre previdência privada neste artigo:

  • O que é previdência privada
  • Como funciona a previdência privada e tipos disponíveis 
  • Vale a pena ter previdência privada?
  • Como fazer previdência privada
  • Qual é a melhor previdência privada
  • Previdência privada: rendimento
  • Previdência privada - Taxas

iNTRODUÇÃO - Previdência Privada o que é e como funciona

previdencia privada o que e

Descubra tudo sobre a previdência privada.

Os produtos de previdência privada têm várias características distintas. Do ponto de vista da gestão do dinheiro, funcionam de forma muito parecida aos fundos: possuem gestores, carteira de ativos, taxa de administração e assim vai.

Do ponto de vista legal, estão enquadrados junto aos seguros e, assim, são regulados pela SUSEP.

Por esse motivo, a tributação tem suas especificidades e, no caso de falecimento do titular, a transmissão do patrimônio também é diferente do que seria um fundo "normal".

Assim, dentro dos bancos, as PPs são comercializadas pelo departamento de seguros e não pelo pessoal de investimentos. Então, em resumo, este seria um produto de seguridade cujo capital é gerido como um fundo de investimentos.

Na prática: é um lugar onde você aplica seu dinheiro para resgatá-lo no futuro, complementando sua aposentadoria, sendo que, lá na frente, você vai poder optar por sacar todo o dinheiro, receber parcelas mensais durante um período determinado ou receber parcelas mensais vitalícias.

A diferença da previdência privada e do INSS, é que, na primeira, você pode sacar o dinheiro a qualquer tempo (assumindo possíveis perdas) e tudo o que você aplicar é seu, somado aos juros.

Lembrando que o INSS tem um teto de pagamento, que se você passar, a diferença você literalmente perde. Além do que, ninguém pode mexer no dinheiro antes de se aposentar, quando receberá a quantia mensal.


Investir em previdência privada vale a pena?

Aqui começam as divergências sobre esse produto. A maioria dos especialistas e economistas concordam que esse não é, nem de longe, o melhor produto para se criar reserva para o futuro.

Mas, por outro lado, todos concordam que é melhor uma previdência do que nada.

Tomando por base uma previdência conservadora, com um fundo 100% em renda fixa, é muito difícil (praticamente impossível) que o resultado ao fim de 30 anos seja melhor do que você teria aplicando diretamente no Tesouro Direto, LCs e títulos privados.

Isso acontece basicamente porque o fundo da previdência vai aplicar nos mesmos lugares, porém cobrando de você taxa de carregamento, que pode chegar a absurdos 5% por aporte e taxa de administração anual.

Imagine um investimento mensal de R$ 100,00. De um lado, um fundo de previdência que tenta acompanhar o CDI e de outro o Tesouro Selic. De partida, você já perderia R$ 5,00 por aplicação na previdência.

Sem aplicar juros nem nada, ao final de 12 meses, você teria R$ 1.140,00 na previdência contra R$ 1.200,00 no Tesouro.

Clique aqui e saiba quanto  o seu dinheiro pode render no  Tesouro Direto

Mas não é só isso: ao final desse período, haveria ainda a taxa de administração, que na média, iria levar mais 2% desse total.

Se considerarmos que, para esse tipo de aplicação, a média de rentabilidade não chega a 80% do CDI, no final desse período teríamos algo parecido com o que segue:

  •         Previdência - R$ 1.222,35;
  •         Tesouro - R$ 1277,33.

Isso significa uma diferença de aproximadamente 4,3% na rentabilidade, o que, no mundo da renda fixa, é muita coisa. É importante dizer que já consideramos no caso do Tesouro Direto as taxas da corretora e da BM&F Bovespa.

Agora, para tudo na vida existe uma finalidade. Se como investimento, a previdência pode não ser interessante, ela pode servir a um propósito de garantir uma aposentadoria mais tranquila para aquelas pessoas que não tem disciplina para poupar.

Como a previdência pode ser tornar "uma despesa", debitada automaticamente da conta corrente, é uma maneira de cuidar do futuro.

Seria o "melhor do que nada". É preciso encararmos o fato que nem todos têm disciplina para poupar e investir e é aqui que a "PP" pode desempenhar seu melhor papel. Afinal, é melhor alguma rentabilidade do que nenhuma.

Outro fator importante sobre a previdência é que, em caso de morte, o valor do fundo é tratado como seguro de vida, isso quer dizer, não entra no inventário do falecido e, portanto, não está sujeito ao imposto sobre a herança (ITCMD).

Há quem considere esse um instrumento interessante de transmissão de patrimônio.


VGBL ou PGBL? Entenda os diferentes tipos

previdencia privada 2017
Conheça os diferentes tipos de previdência privada

Há basicamente dois tipos de previdência privada disponíveis no mercado: o VGBL e o PGBL. Na prática, as diferenças que podem parecer sutis, são decisivas para que você atinja seus objetivos ao longo da vida.

A principal diferença entre o VGBL e o PGBL é o tratamento tributário.

De forma resumida, enquanto o imposto de renda no VGBL incide apenas sobre os rendimentos (juros) auferidos, no PGBL é sobre o montante total no ato do resgate; sendo que o segundo pode ter seus aportes abatidos no IR até o limite de 12% da renda anual. 

É importante lembrar que, ao optar pelo PGBL, apenas quem faz a declaração completa pode fazer os abatimentos do IR. É importante consultar um contador (caso não saiba com fazer) para saber se no seu caso vale a pena ou não um PGBL.

Atenção: esse "abatimento" em realidade é um "adiamento" do pagamento do imposto. Lembrando que, no ato do resgate, esse imposto será cobrado e, novamente, sobre todo o montante aplicado.

Em ambos os casos, no ato da contratação, você terá de escolher o regime tributário que são dois: O PROGRESSIVO que é de 15% retido na fonte, podendo chegar a 27,5% ou REGRESSIVO, que varia de 35% a 10%, dependendo do tempo que o dinheiro fica aplicado - quanto mais tempo, menor a alíquota.

Então, antes de decidir-se sobre PGBL ou VGBL, é importante conhecer suas finanças, como declara seu imposto e quais são seus objetivos.


Quais as Diferenças entre Previdência Social e Privada?

De acordo com a Constituição Federal de 1988, artigos 201 e 202, temos no Brasil as previdências social e privada. Existem muitas diferenças entre elas e ao consultar especialistas, caso seja possível, eles sempre indicarão que você escolha as duas.

Afinal, suas características são complementares. A aposentadoria principal e oficial costuma ser a pública, estruturada pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Assim como a previdência privada, a social funciona como uma garantia de continuar recebendo um salário depois de trabalhar.

O direito aos benefícios não é gratuito. O trabalhador deve pagar um valor mensal durante um determinado período ao INSS.

Esse tempo de contribuição varia de acordo o tipo da sua aposentadoria. O INSS gere o recebimento dessas mensalidades e então paga os benefícios aos aposentados que contribuíram e que se aposentaram. 

Ok, mas também funciona assim na previdência privada, certo?

Certo. A diferença é que o INSS garante uma série de outros direitos não contemplados na previdência privada. Você pode, por exemplo, se aposentar por:

  • Idade
  • Por deficiência
  • Tempo de contribuição
  • Tempo de contribuição para pessoa com deficiência
  • Tempo de contribuição como professor
  • Por invalidez
  • Especial por Tempo de contribuição

Além disos, existem outros benefício previdenciários que a previdência privada não garante, como:

  • Auxílio-doença
  • Auxílio-acidente
  • Auxílio-reclusão
  • Pensão por morte
  • Salário-família
  • Salário-maternidade

Por isso, é recomendável contribuir com o INSS e garantir uma aposentadoria pública. E claro, também fazer uma previdência privada.

Principalmente porque as regras para aposentadoria estão mudando e você não quer deixar o seu futuro unicamente nas mãos do governo, não é mesmo?

Ao combinar uma previdência privada com a social, você garante um futuro com um bom ganho mensal e claro, tem direito a todos os benefícios do INSS. 

É a mesma recomendação que fazemos aos investidores: diversifique a sua aposentadoria para ter mais segurança e rentabilidade!


Taxas e tipos de tributação da Previdência Privada

Como falamos no início, os "custos" da Previdência Privada são basicamente três: taxa de carregamento, taxa de administração e Imposto de Renda.

Taxa de Carregamento

A mais controversas das taxas é cobrada sobre cada aporte feito em sua previdência e tende a ser maior quando o produto contratado é mais "simples".

Isso quer dizer que, em bancos de varejo, com aportes baixos, é onde estão as maiores taxas de carregamento. Já existem muitos planos que não cobram essa taxa.

A taxa de carregamento é um dos principais influenciadores na rentabilidade das "PPs": quanto maior, pior será seu resultado ao longo dos anos. Por isso, procure planos cuja essa taxa seja baixa ou isenta.

Taxa de Administração

Cobrada anualmente sobre o total aplicado, sua justificativa é justamente o "trabalho" de gerir os recursos aplicados.

Existem, mas são muito raros, os fundos que não cobram essas taxas. E, como tudo, há aqueles que cobram mais e aqueles que cobram menos.

Fundamental também no impacto em sua rentabilidade, e muito ignorada pelos consumidores, é preciso procurar as taxas de administração mais baixas para conseguir maximizar os resultados.

Imposto de Renda

Aqui é difícil fugir. A maioria absoluta dos investimentos está sujeita a tributação. A exceção das debêntures incentivadas, e das LCIs e LCAs e dos Fundos de Investimento Imobiliários, todos os demais investimentos são sujeitos ao Imposto de Renda.

O que é preciso ficar atento é a como cada produto é tributado, algo que já tratamos no tópico anterior, já que isso, pode atrapalhar (e muito) seus resultados.


Como funciona a portabilidade de Previdência Privada?

Escolheu mal? Seu plano tem taxas muito altas de carregamento e administração? A rentabilidade está aquém do esperado? A boa notícia é que você pode mudar seu plano de instituição sempre que julgar necessário.

A única coisa que não dá para mudar após se arrepender é o regime tributário, por isso, pense bem! Do contrário, é possível sim corrigir o curso das coisas "migrando" ou "portando", que é o termo do mercado, seu fundo para outro lugar.

O processo é bastante simples: após encontrar um novo plano e uma nova instituição que atenda suas expectativas, o pedido de portabilidade é feito por meio da nova empresa e a antiga é obrigada por lei a acatar.

Não há necessidade nenhuma de contato com seu antigo plano de previdência.

O trâmite todo costuma ser rápido, e todo seu dinheiro acumulado passa para o novo plano sem qualquer ônus. É uma ótima forma de estar sempre atento aos melhores produtos, e cuidar bem daquilo que você já acumulou.


Quais os Riscos da Previdência Privada?

A previdência privada funciona mais como um investimento a longo prazo. O seu objetivo nele é se aposentar. E como em todo investimento, existem riscos.

Um dos riscos é de você precisar do dinheiro. Por isso, não faça um plano de previdência privada sem ter aplicações de curto e médio prazo que garantam o seu presente e futuro próximo contra emergência financeiras.

Caso você precise sacar esse dinheiro antes da hora, você perderá uma boa parte do seu dinheiro em tributos.

E claro que há o risco da seguradora do plano de previdência privada falir. Isso é raro, mas pode acontecer. E diferente de investimentos de renda fixa que possuem garantia do FGC até R$ 250.000, você terá que aguardar decisões judiciais para receber o seu dinheiro.

Você também corre o risco de ver seu rendimento diminuído devido às taxas. Então faça uma análise de rentabilidade a longo prazo e caso investimentos como CDBs e até o Tesouro Direto rendam mais, aplique neles.

Existem opções que pagam juros semestrais que podem ser interessantes para você como substitutos. 


Previdência Privada pela empresa que eu trabalho vale a pena?

Corretora Rico e a Previdencia Privada

Em uma palavra? MUITO! Conhecido como Plano de Previdência Patrocinado, é prática comum em muitas empresas de grande porte e é um benefício e tanto para o funcionário. Veja como funciona:

Esse tipo de plano consiste, basicamente, em uma Previdência Privada coparticipativa, onde o colaborador e a empresa contribuem juntos.

Resumindo: a cada Real descontado do holerite do empregado, a empresa contribui com outro Real.

Via de regra, o dinheiro é investido em fundos VGBL conservadores, o que não altera o fato de que o empregado está tendo uma rentabilidade imediata de 100%. Não existe nada no mercado melhor que isso.

Portanto, se sua empresa oferece esse tipo de beneficio, e ele é optativo, vale a pena aceitar. 


previdência privada pelo banco ou corretora?

É importante entender a diferença básica entre o banco e a corretora. O banco só vende os produtos dele e a corretora pode oferecer uma gama muito maior de produtos, inclusive de diversos bancos.

Sendo assim, na corretora você tem chances muito maiores de ter acesso a melhores produtos, não apenas aqueles que o seu banco tem disponível. Assim você pode ter melhores rentabilidades, com custos mais baixos.

Sem contar com uma postura isenta, uma vez que os produtos não são da corretora e sim de parceiros comerciais.

No banco há sempre o viés do conflito de interesses, já que o seu gerente vai sempre oferecer aquilo que a instituição quer que seja vendido.


Previdência Privada, Poupança ou Tesouro Direto: qual é o melhor?         

previdencia privada poupanca
      Previdência Privada, Poupança ou Tesouro Direto?

Como tudo, essa não é uma resposta simples, pois tudo depende. Primeiro, não são produtos tão semelhantes para serem comparados.

Sabemos na prática que, por exemplo, a poupança tem a pior rentabilidade do mercado (inclusive perdendo para a inflação em certos períodos).

É fato que alguns planos de previdência, se levados em conta tributação, taxas de carregamento e administração, somados à uma baixa rentabilidade podem, sim, serem menos rentáveis que a poupança.

Agora, em termos de liquidez, o Tesouro Selic (título público comercializado por meio da plataforma do Tesouro Direto) ainda é o melhor. O dinheiro pode ser resgatado de um dia para o outro.

Se considerarmos o mesmo perfil, isso quer dizer, uma previdência conservadora com o Tesouro Direto, certamente o segundo é melhor em termos de rentabilidade.

Voltamos naquele ponto: a previdência é muito boa para quem não tem disciplina. Ou seja, ruim com ela, pior sem ela.

Do contrário, não tem porque pagar 5% de carregamento mais 2% de administração para fazerem com seu dinheiro o que você pode fazer sozinho: investir de forma conservadora em títulos públicos.

Guardadas questões puramente situacionais, como liquidez em alguns títulos e falta de disciplina para poupar, o Tesouro Direto ainda é a melhor opção em renda fixa com baixo risco.

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Como funciona o resgate da Previdência Privada

Há basicamente três maneiras de se resgatar o capital de uma previdência privada, supondo que você leve até o fim do contrato:

  •         O montante total recebido em um número fixo de parcelas mensais;
  •         Resgate total em uma única parcela;
  •         Renda mensal vitalícia.

Lembrando que, por padrão, os bancos deixam em contrato a renda vitalícia. É importante ficar atento ao prazo para, em tempo hábil, solicitar a forma desejada de resgate. E só você pode saber qual tipo de resgate é o melhor.

Pessoas com facilidade em investir e gerir o próprio dinheiro tendem a querer resgatar tudo em uma única parcela para então fazer o dinheiro crescer ainda mais. Pessoas com menos disciplina, por outro lado, podem optar pela renda vitalícia.

Outra forma é o resgate antecipado, que pode ser solicitado a qualquer momento, em uma única parcela.

Nesse caso, é preciso ficar atento com o Imposto de Renda. Afinal, se você escolheu a tabela regressiva pensando na aposentadoria, você pode ter que pagar até 35% de imposto.

É preciso atenção também se você escolheu um fundo de previdência arrojado, cuja parte do capital é investido em renda variável. Aí, na data do resgate, pode ser que você tenha menos dinheiro do que o aplicado.

Diante de tudo isso, é importante tomar a decisão mais acertada possível, seja no momento da contratação ou no do resgate, pois um influencia diretamente o outro.


Conclusão

previdencia_privada.jpgEsteja pronto para tomar a melhor decisão na hora de investir!

Agora que você já conhece os principais pontos sobre Previdência Privada, é importante que separe um tempo para tomar essa decisão. Dizer o que é certo ou errado seria presunção de nossa parte.

Leia esses outros artigos do nosso blog:

O que podemos lhe dar são ferramentas para que tome a melhor decisão possível, que, no final, tem que ser boa para você. Considere todas as variáveis pessoais, entre elas sua tolerância ao risco e sua disciplina com o próprio dinheiro.

Feito isso, junte a dedicação para aprender e você estará pronto para tomar a melhor decisão.

Deixe o seu comentário sobre a previdência privada logo abaixo!

Um abraço e até breve!